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Brasil enviará suprimentos básicos e ajuda humanitária para a Venezuela após terremotos na última quarta-feira

25 de Junho de 2026 às 18:04

O governo brasileiro enviará alimentos, água e medicamentos à Venezuela após dois terremotos de magnitude 7,2 e 7,5. Os sismos causaram 188 mortes, 1.520 feridos, 24 mil desaparecidos e o colapso de 250 edifícios. Brasil, Estados Unidos e países europeus mobilizaram ajuda humanitária e equipes de resgate

O governo brasileiro organizará o envio de suprimentos básicos, incluindo alimentos, água e medicamentos, para auxiliar a Venezuela após dois terremotos devastadores que atingiram o país na última quarta-feira (24). A medida foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tratou das consequências do desastre em conversa com a presidente venezuelana, Delcy Rodríguez.

Os sismos, os mais potentes registrados na região em mais de um século, ocorreram com menos de um minuto de intervalo e com epicentros distantes apenas cinco quilômetros entre si. O tremor de maior intensidade teve origem em El Guayabo, a 168 km de Caracas. A magnitude dos abalos, fixada em 7,2 e 7,5, somada à baixa profundidade dos sismos, potencializou a destruição, resultando no colapso de 250 edifícios, conforme dados do presidente do Parlamento venezuelano, Jorge Rodríguez.

O balanço provisório de vítimas, atualizado nesta quinta-feira (25), contabiliza 188 mortos e 1.520 feridos. Outras 200 pessoas permanecem presas sob escombros, enquanto grupos de moradores que buscam por parentes já registram a existência de 24 mil desaparecidos.

A devastação atingiu severamente a capital Caracas e cidades costeiras vizinhas, como La Guaira. Devido à gravidade da situação, o aeroporto internacional de Caracas foi fechado. Para apoiar as operações de socorro, o Brasil, os Estados Unidos e países da Europa mobilizaram o envio de ajuda humanitária e equipes especializadas em resgate para atuar na localização de sobreviventes.

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