Lancha que naufragou no Encontro das Águas registra terceira vítima identificada
O corpo do cantor gospel Fernando Grandêz foi enterrado na cidade de Manaus. Ele era uma das vítimas da lancha Lima de Abreu XV que se acidentou no Encontro das Águas, transportando 71 passageiros. A Polícia Civil informou que o piloto da embarcação foi preso por homicídio culposo e responderá ao processo em liberdade
A terceira vítima identificada no naufrágio da lancha Lima de Abreu XV foi enterrado na cidade de Manaus. O corpo do cantor gospel Fernando Grandêz, 39 anos, foi localizado a três quilômetros do lugar onde ocorreu o acidente e reconhecido por familiares.
A tragédia aconteceu no Encontro das Águas, uma confluência dos rios Negro e Solimões. A lancha rápida saiu de Manaus com destino à Nova Olinda do Norte transportando 71 passageiros quando ocorreu o naufrágio.
Segundo a corporação, inicialmente eram sete os desaparecidos; após uma revisão das informações, esse número foi atualizado para cinco pessoas ainda não localizadas.
A operação de busca pela Corporação é considerada complexa por causa da diferença na temperatura e densidade dos rios. O comandante-geral classificou a ocorrência como "de alto grau de complexidade" em função dos fatores hidrodinâmicos presentes no local.
A Polícia Civil do Amazonas informou que o piloto da embarcação foi preso por homicídio culposo. Ele pagou fiança e responderá ao processo em liberdade, sob investigação pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros.
Relatos de sobreviventes indicam que a lancha navegava com alta velocidade quando o naufrágio ocorreu. Além disso, os passageiros teriam alertado sobre as ondas turbulentas presentes na região momentos antes do acidente.
A Corporação trabalha em conjunto com equipes de Itacoatiara e Parintins para realizar a busca por mais vítimas. A operação já ultrapassou 120 quilômetros rio abaixo, contando com o apoio de 88 pessoas, incluindo mergulhadores e drones.
A investigação sobre as causas do naufrágio continua em andamento.
A tragédia aconteceu no Encontro das Águas, uma confluência dos rios Negro e Solimões. A lancha rápida saiu de Manaus com destino à Nova Olinda do Norte transportando 71 passageiros quando ocorreu o naufrágio.
Segundo a corporação, inicialmente eram sete os desaparecidos; após uma revisão das informações, esse número foi atualizado para cinco pessoas ainda não localizadas.
A operação de busca pela Corporação é considerada complexa por causa da diferença na temperatura e densidade dos rios. O comandante-geral classificou a ocorrência como "de alto grau de complexidade" em função dos fatores hidrodinâmicos presentes no local.
A Polícia Civil do Amazonas informou que o piloto da embarcação foi preso por homicídio culposo. Ele pagou fiança e responderá ao processo em liberdade, sob investigação pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros.
Relatos de sobreviventes indicam que a lancha navegava com alta velocidade quando o naufrágio ocorreu. Além disso, os passageiros teriam alertado sobre as ondas turbulentas presentes na região momentos antes do acidente.
A Corporação trabalha em conjunto com equipes de Itacoatiara e Parintins para realizar a busca por mais vítimas. A operação já ultrapassou 120 quilômetros rio abaixo, contando com o apoio de 88 pessoas, incluindo mergulhadores e drones.
A investigação sobre as causas do naufrágio continua em andamento.