Científicos identificam 45 planetas potencialmente habitáveis em zonas favoráveis da Via Láctea
A Universidade Cornell identificou 45 planetas rochosos em zonas habitáveis dos seus sistemas estelares. Esses mundos têm condições climáticas favoráveis e maior probabilidade de ter água na superfície, aumentando as chances de abrigar vida. A lista inclui exoplanetas como TRAPPIST-1 d, e e g e LHS 1140 b, localizados a até 48 anos-luz da Terra
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A busca pela vida extraterrestre ganha novas perspectivas graças a uma equipe de pesquisadores da Universidade Cornell que identificou 45 planetas com características rochosas, aumentando assim suas chances de abrigar vida. Esses mundos estão localizados em zonas habitáveis dos seus sistemas estelares e apresentam condições climáticas favoráveis para a sobrevivência.
A equipe utilizou dados da missão Gaia da Agência Espacial Europeia (ESA) e do Arquivo de Exoplanetas da NASA, que revelaram que esses planetas têm maior probabilidade de ter água em sua superfície. Essa é uma condição fundamental para a vida como conhecemos.
Entre os exoplanetas identificados estão TRAPPIST-1 d, e e g, localizados a 40 anos-luz da Terra, bem como LHS 1140 b, que se encontra a 48 anos-luz de distância. Além disso, planetas descobertos pelo Telescópio Espacial Kepler também foram incluídos na lista.
Os cientistas utilizaram parâmetros de análises rigorosos para refinar os limites do que pode ser considerado um planeta habitável. Entre eles estão o recebimento de calor da estrela hospedeira, presença de atmosferas e nível da excentricidade orbital.
A lista criada pelos pesquisadores servirá como guia para astrônomos que estudam o céu noturno com telescópios em funcionamento ou ainda em construção. Esses instrumentos poderão observar esses planetas de maneira mais detalhada, ajudando a entender melhor as condições necessárias para a vida extraterrestre.
A definição dos limites das zonas habitáveis é um objetivo almejado pelos cientistas há décadas. A busca pela vida fora do nosso sistema solar continua sendo uma área de pesquisa intensa e promissora, com novas descobertas que podem revolucionar nossa compreensão sobre o universo.