Depósitos fluviais identificados em região marciana indicam atividade hidrodinâmica há muito tempo
Cientistas estudaram depósitos em leque no sudeste do Coprates Chasma, na região do Valles Marineris. As camadas de sedimentos apresentam geometria típica de deltas formados por rios que transportam sólidos até uma massa d'água parada. Essa descoberta pode ajudar a entender como o planeta Marte se desenvolveu ao longo do tempo
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Uma das maiores curiosidades do sistema canônico mais extenso no planeta Marte está sendo estudado por cientistas. Eles analisaram imagens de alta resolução do sudeste da região Coprates Chasma, um dos segmentos que compõem o Valles Marineris.
O estudo identificou depósitos com frente de escarpa nos locais investigados. Trata-se de camadas de sedimentos que apresentam geometria típica de deltas em leque. Segundo os cientistas, essas características são formadas quando rios transportam sólidos até uma massa d'água parada.
Os depósitos observados no Valles Marineris indicariam a existência de atividade fluvial na superfície marciana há muito tempo. No entanto, os cientistas se esforçaram para não extrapolar conclusões sobre o que isso pode significar em termos da história do planeta.
Os depósitos identificados no sudeste do Coprates Chasma são apenas uma das muitas evidências de atividade hidrodinâmica encontradas nas regiões mais profundas e extensas dos cânions marcianos. O estudo destes depósitos pode ajudar a entender melhor como o planeta se desenvolveu ao longo do tempo.
Os cientistas continuam analisando as imagens obtidas para obter mais informações sobre esses fenômenos naturais no Valles Marineris e outros locais de Marte.
O estudo identificou depósitos com frente de escarpa nos locais investigados. Trata-se de camadas de sedimentos que apresentam geometria típica de deltas em leque. Segundo os cientistas, essas características são formadas quando rios transportam sólidos até uma massa d'água parada.
Os depósitos observados no Valles Marineris indicariam a existência de atividade fluvial na superfície marciana há muito tempo. No entanto, os cientistas se esforçaram para não extrapolar conclusões sobre o que isso pode significar em termos da história do planeta.
Os depósitos identificados no sudeste do Coprates Chasma são apenas uma das muitas evidências de atividade hidrodinâmica encontradas nas regiões mais profundas e extensas dos cânions marcianos. O estudo destes depósitos pode ajudar a entender melhor como o planeta se desenvolveu ao longo do tempo.
Os cientistas continuam analisando as imagens obtidas para obter mais informações sobre esses fenômenos naturais no Valles Marineris e outros locais de Marte.