Estudo indica as regiões da Espanha com maior probabilidade de céu limpo para eclipse solar
Estudo da DatosRTVE aponta a meseta central, o vale do Ebro e as Ilhas Baleares como as áreas da Espanha com maior probabilidade de céu limpo para o eclipse solar de 12 de agosto de 2026. A análise de 20 anos de nebulosidade indica chances de visibilidade entre 50% e 70% em Castela-La Mancha, Castilha e Leão e Zaragoza
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Análise de dados históricos de nebulosidade indica as regiões da Espanha com maior probabilidade de céu limpo para a observação do eclipse solar de 12 de agosto de 2026. O estudo, realizado pela DatosRTVE, utilizou a média de cobertura de nuvens dos últimos 20 anos para mapear as áreas mais favoráveis ao fenômeno.
Regiões com maior probabilidade de visibilidade
As condições mais propícias concentram-se na meseta central, no vale do Ebro e nas Ilhas Baleares. Em localidades específicas de Castela-La Mancha, Castilha e Leão e nos arredores de Zaragoza, a chance de céu aberto varia entre 50% e 70%.
Entre os pontos de destaque, a planície situada entre Burgos e Valladolid apresenta menor incidência de tempestades em comparação às zonas montanhosas. Já a região de Zaragoza demonstra um histórico sólido de visibilidade, com céus limpos registrados em 18 dos últimos 21 anos.
Áreas de risco e limitações geográficas
O cenário é menos favorável na costa cantábrica, abrangendo o País Basco, Cantábria, Astúrias e Galiza, onde a probabilidade histórica de céu limpo é inferior a 50%. A cidade de Oviedo é apontada como um dos locais com maior exposição à cobertura de nuvens.
Nas Ilhas Baleares, especificamente em Ibiza e Palma, a probabilidade de tempo aberto é alta. Contudo, a posição do Sol, que estará próximo ao horizonte, pode comprometer a observação devido a fatores como:
- Neblina;
- Poeira;
- Fumaça de incêndios;
- Nuvens baixas.
Monitoramento meteorológico
Os dados atuais servem como referência estatística e não como previsão definitiva. Para a confirmação das condições climáticas, a recomendação é o acompanhamento dos boletins da Aemet a partir de 10 de agosto de 2026, data em que os modelos meteorológicos terão precisão para determinar a localização exata das nuvens.