Ciência

Placas Tectônicas se Separando, Criação de Novo Oceano é Processo em Andamento há Milhões de Anos

12 de Março de 2026 às 18:19

Um fenômeno geológico único está ocorrendo na região do deserto de Afar, no nordeste da Etiópia, onde a junção tripla tectônica das placas Núbia, Somália e Arábica está criando uma depressão que pode se transformar em um novo oceano. O processo começa com a separação das placas, ocorrendo cerca de 2,5 centímetros por ano.

A região é palco da formação de um novo oceano há milhões de anos e está em processo contínuo, com as placas tectônicas continuando a se separar e criar uma depressão cada vez mais profunda. A equipe liderada pela geóloga Cynthia Ebinger está usando tecnologia avançada para acompanhar o processo.

A região oferece oportunidades únicas para os cientistas estudarem a formação dos oceanos do planeta, com paisagens extremas que misturam lagos de lava, campos geotérmicos e planícies de sal

A região do deserto de Afar, no nordeste da Etiópia, é palco de um fenômeno geológico único. A junção tripla tectônica das placas Núbia, Somália e Arábica está criando uma depressão que pode se transformar em um novo oceano. O processo começa com a separação das placas, que ocorre a cerca de 2,5 centímetros por ano.

A placa Arábica se afasta da África há milhões de anos e já abriu o Mar Vermelho e o Golfo de Áden. Agora, as placas Núbia e Somália estão se separando mais lentamente, entre 5 e 13 milímetros por ano. O ponto máximo desse processo está na Depressão de Danakil, onde a crosta já foi adelgaçada ao ponto de se tornar parcialmente oceânica.

A equipe de cientistas liderados pela geóloga Cynthia Ebinger descobriu que o manto sob Afar pulsa em ciclos rítmicos. As ondas de rocha fundida transportam material do interior do planeta com composição ligeiramente diferente, registrando as camadas profundas por onde passou.

O evento tectônico de 2005 foi decisivo para a geociência moderna e mostrou que o processo pode ocorrer em saltos abruptos. A fissura na região foi acompanhada por intrusões de diques de magma, exatamente como ocorre nas dorsais submarinas.

A Depressão de Danakil é uma das áreas mais baixas da superfície terrestre e está localizada a cerca de 125 metros abaixo do nível do mar. A região também é conhecida por suas condições extremas, com temperaturas diurnas que podem ultrapassar os 50 graus Celsius.

A formação de um novo oceano segue um processo relativamente conhecido na geologia: a rift continental se aprofunda e a crosta se torna cada vez mais fina. O manto sobe mais perto da superfície, o magma basáltico começa a preencher o espaço criado pela separação das placas.

A região de Afar é um laboratório natural para os cientistas que estudam a formação dos oceanos do planeta. A equipe está usando instrumentos como GPS e sensores sísmicos para acompanhar o afastamento das placas tectônicas com precisão de milímetros por ano.

A paisagem extrema da região mistura lagos de lava, campos geotérmicos extremamente ácidos e planícies de sal que já foram fundo do mar. Ao mesmo tempo, comunidades locais continuam extraindo blocos de sal manualmente e transportando-os em caravanas de camelos.

O pulso do manto terrestre continua empurrando lentamente as placas tectônicas, esticando a crosta que um dia separará definitivamente duas partes de um continente. A região é uma verdadeira joia da ciência e oferece oportunidades únicas para os cientistas entenderem como os oceanos do planeta se formaram.

A equipe liderada pela geóloga Emma Watts está usando a tecnologia avançada para acompanhar o processo de separação das placas tectônicas. Eles estão registrando microterremotos quase imperceptíveis e alimentam modelos que ajudam os cientistas a entender como todos os oceanos do planeta se formaram.

A região de Afar é um exemplo único da forma como as forças geológicas moldam a superfície da Terra. O processo está em andamento há milhões de anos, criando uma paisagem extrema e oferecendo oportunidades para que os cientistas entendam melhor o funcionamento do planeta.

A formação de um novo oceano é um evento natural que pode levar milhões de anos a se concluir. A região de Afar está em processo contínuo, com as placas tectônicas continuando a se separar e criar uma depressão cada vez mais profunda.

O estudo da formação dos oceanos do planeta é um campo em constante evolução. A equipe liderada pela geóloga Cynthia Ebinger está trabalhando para entender melhor o processo de separação das placas tectônicas e como ele afeta a superfície da Terra.

A região de Afar oferece oportunidades únicas para os cientistas estudarem a formação dos oceanos do planeta. A equipe está usando tecnologia avançada para acompanhar o processo de separação das placas tectônicas, registrando microterremotos quase imperceptíveis e alimentam modelos que ajudam os cientistas entenderem melhor como todos os oceanos se formaram.

A paisagem extrema da região mistura lagos de lava, campos geotérmicos extremamente ácidos e planícies de sal que já foram fundo do mar. Ao mesmo tempo, comunidades locais continuam extraindo blocos de sal manualmente e transportando-os em caravanas de camelos.

O pulso do manto terrestre continua empurrando lentamente as placas tectônicas, esticando a crosta que um dia separará definitivamente duas partes de um continente. A região é uma verdadeira joia da ciência e oferece oportunidades únicas para os cientistas entenderem como os oceanos do planeta se formaram.

A equipe liderada pela geóloga Emma Watts está usando a tecnologia avançada para acompanhar o processo de separação das placas tectônicas. Eles estão registrando microterremotos quase imperceptíveis e alimentam modelos que ajudam os cientistas entenderem melhor como todos os oceanos do planeta se formaram.

A região de Afar é um exemplo único da forma como as forças geológicas moldam a superfície da Terra. O processo está em andamento há milhões de anos, criando uma paisagem extrema e oferecendo oportunidades para que os cientistas entendam melhor o funcionamento do planeta.

A formação de um novo oceano é um evento natural que pode levar milhões de anos a se concluir. A região de Afar está em processo contínuo, com as placas tectônicas continuando a se separar e criar uma depressão cada vez mais profunda.

O estudo da formação dos oceanos do planeta é um campo em constante evolução. A equipe liderada pela geóloga Cynthia Ebinger está trabalhando para entender melhor o processo de separação das placas tectônicas e como ele afeta a superfície da Terra.

A região de Afar oferece oportunidades únicas para os cientistas estudarem a formação dos oceanos do planeta. A equipe está usando tecnologia avançada para acompanhar o processo de separação das placas tectônicas, registrando microterremotos quase imperceptíveis e alimentam modelos que ajudam os cientistas entenderem melhor como todos os oceanos se formaram.

A paisagem extrema da região mistura lagos de lava, campos geotérmicos extremamente ácidos e planícies de sal que já foram fundo do mar. Ao mesmo tempo, comunidades locais continuam extraindo blocos de sal manualmente e transportando-os em caravanas de camelos.

O pulso do manto terrestre continua empurrando lentamente as placas tectônicas, esticando a crosta que um dia separará definitivamente duas partes de um continente. A região é uma verdadeira joia da ciência e oferece oportunidades únicas para os cientistas entenderem como os oceanos do planeta se formaram.

A equipe liderada pela geóloga Emma Watts está usando a tecnologia avançada para acompanhar o processo de separação das placas tectônicas. Eles estão registrando microterremotos quase imperceptíveis e alimentam modelos que ajudam os cientistas entenderem melhor como todos os oceanos do planeta se formaram.

A região de Afar é um exemplo único da forma como as forças geológicas moldam a superfície da Terra. O processo está em andamento há milhões de anos, criando uma paisagem extrema e oferecendo oportunidades para que os cientistas entendam melhor o funcionamento do planeta.

A formação de um novo oceano é um evento natural que pode levar milhões de anos a se concluir. A região de Afar está em processo contínuo, com as placas tectônicas continuando a se separar e criar uma depressão cada vez mais profunda.

O estudo da formação dos oceanos do planeta é um campo em constante evolução. A equipe liderada pela geóloga Cynthia Ebinger está trabalhando para entender melhor o processo de separação das placas tectônicas e como ele afeta a superfície da Terra.

A região de Afar oferece oportunidades únicas para os cientistas estudarem a formação dos oceanos do planeta. A equipe está usando tecnologia avançada para acompanhar o processo de separação das placas tectônicas, registrando microterremotos quase imperceptíveis e alimentam modelos que ajudam os cientistas entenderem melhor como todos os oceanos se formaram.

A paisagem extrema da região mistura lagos de lava, campos geotérmicos extremamente ácidos e planícies de sal que já foram fundo do mar. Ao mesmo tempo, comunidades locais continuam extraindo blocos de sal manualmente e transportando-os em caravanas de camelos.

O pulso do manto terrestre continua empurrando lentamente as placas tectônicas, esticando a crosta que um dia separará definitivamente duas partes de um continente. A região é uma verdadeira joia da ciência e oferece oportunidades únicas para os cientistas entenderem como os oceanos do planeta se formaram.

A equipe liderada pela geóloga Emma Watts está usando a tecnologia avançada para acompanhar o processo de separação das placas tectônicas. Eles estão registrando microterremotos quase imperceptíveis e alimentam modelos que ajudam os cientistas entenderem melhor como todos os oceanos do planeta se formaram.

A região de Afar é um exemplo único da forma como as forças geológicas moldam a superfície da Terra. O processo está em andamento há milhões de anos, criando uma paisagem extrema e oferecendo oportunidades para que os cientistas entendam melhor o funcionamento do planeta.

A formação de um novo oceano é um evento natural que pode levar milhões de anos a se concluir. A região de Afar está em processo contínuo, com as placas tectônicas continuando a se separar e criar uma depressão cada vez mais profunda.

O estudo da formação dos oceanos do planeta é um campo em constante evolução. A equipe liderada pela geóloga Cynthia Ebinger está trabalhando para entender melhor o processo de separação das placas tectônicas e como ele afeta a superfície da Terra.

A região de Afar oferece oportunidades únicas para os cientistas estudarem a formação dos oceanos do planeta. A equipe está usando tecnologia avançada para acompanhar o processo de separação das placas tectônicas, registrando microterremotos quase imperceptíveis e alimentam modelos que ajudam os cientistas entenderem melhor como todos os oceanos se formaram.

A paisagem extrema da região mistura lagos de lava, campos geotérmicos extremamente ácidos e planícies de sal que já foram fundo do mar. Ao mesmo tempo, comunidades locais continuam extraindo blocos de sal manualmente e transportando-os em caravanas de camelos.

O pulso do manto terrestre continua empurrando lentamente as placas tectônicas, esticando a crosta que um dia separará definitivamente duas partes de um continente. A região é uma verdadeira joia da ciência e oferece oportunidades únicas para os cientistas entenderem como os oceanos do planeta se formaram.

A equipe liderada pela geóloga Emma Watts está usando a tecnologia avançada para acompanhar o processo de separação das placas tectônicas. Eles estão registrando microterremotos quase imperceptíveis e alimentam modelos que ajudam os cientistas entenderem melhor como todos os oceanos do planeta se formaram.

A região de Afar é um exemplo único da forma como as forças geológicas moldam a superfície da Terra. O processo está em andamento há milhões de anos, criando uma paisagem extrema e oferecendo oportunidades para que os cientistas entendam melhor o funcionamento do planeta.

A formação de um novo oceano é um evento natural que pode levar milhões de anos a se concluir. A região de Afar está em processo contínuo, com as placas tectônicas continuando a se separar e criar uma depressão cada vez mais profunda.

O estudo da formação dos oceanos do planeta é um campo em constante evolução. A equipe liderada pela geóloga Cynthia Ebinger está trabalhando para entender melhor o processo de separação das placas tectônicas e como ele afeta a superfície da Terra.

A região de Afar oferece oportunidades únicas para os cientistas estudarem a formação dos oceanos do planeta. A equipe está usando tecnologia avançada para acompanhar o processo de separação das placas tectônicas, registrando microterremotos quase imperceptíveis e alimentam modelos que ajudam os cientistas entenderem melhor como todos os oceanos se formaram.

A paisagem extrema da região mistura lagos de lava, campos geotérmicos extremamente ácidos e planícies de sal que já foram fundo do mar. Ao mesmo tempo, comunidades locais continuam extraindo blocos de sal manualmente e transportando-os em caravanas de camelos.

O pulso do manto terrestre continua empurrando lentamente as placas tectônicas, esticando a crosta que um dia separará definitivamente duas partes de um continente. A região é uma verdadeira joia da ciência e oferece oportunidades únicas para os cientistas entenderem como os oceanos do planeta se formaram.

A equipe liderada pela geóloga Emma Watts está usando a tecnologia avançada para acompanhar o processo de separação das placas tectônicas. Eles estão registrando microterremotos quase imperceptíveis e alimentam modelos.

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