Banco Pleno é liquidado por comprometimento econômico-financeiro e infrações regulamentares
Banco Pleno foi decreto liquidação extrajudicial pelo Banco Central após comprometimento econômico-financeiro e infrações às normas prudenciais da instituição.
A decisão visa proteger os interesses dos clientes, depositantes e credores. A importância do Banco Pleno no sistema financeiro é limitada com apenas 0,04% do ativo total e 0,05% das captações totais do SFN.
O Banco Central continuará a apurar as responsabilidades sobre a situação do conglomerado
Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Banco Pleno após comprometimento econômico-financeira
O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno, ex-Voiter, em decorrência da deterioração da situação de liquidez e infrações às normas que disciplinam sua atividade. A decisão foi tomada na quarta-feira (18) após avaliação das condições econômico-financeiras da instituição.
A Pleno Distribuidora Títulos e Valores Mobiliário, integrante do conglomerado prudencial Pleno, também teve seu regime especial estendido. Com o processo de liquidação extrajudicial, os bens dos controladores e administradores ficaram indisponíveis.
O Banco Central enfatizou que a situação econômico-financeira da instituição comprometeu sua capacidade operacional e não atende aos requisitos mínimos para funcionamento. Além disso, as irregularidades apuradas pela autoridade reguladora incluem infrações às normas prudenciais.
A liquidação extrajudicial do Banco Pleno é motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira e pelas violações das regras estabelecidas para o funcionamento de instituições financeiras. A decisão visa proteger os interesses dos clientes, depositantes e credores.
A importância do Banco Pleno no sistema financeiro é limitada, com apenas 0,04% do ativo total e 0,05% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional (SFN). A liquidação extrajudicial visa minimizar o impacto nas operações financeiras e garantir a estabilidade do sistema.
O Banco Central continuará a apurar as responsabilidades sobre a situação do conglomerado, podendo levar à aplicação de medidas sancionadoras administrativas. As autoridades competentes também serão comunicadas das irregularidades encontradas.
O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno, ex-Voiter, em decorrência da deterioração da situação de liquidez e infrações às normas que disciplinam sua atividade. A decisão foi tomada na quarta-feira (18) após avaliação das condições econômico-financeiras da instituição.
A Pleno Distribuidora Títulos e Valores Mobiliário, integrante do conglomerado prudencial Pleno, também teve seu regime especial estendido. Com o processo de liquidação extrajudicial, os bens dos controladores e administradores ficaram indisponíveis.
O Banco Central enfatizou que a situação econômico-financeira da instituição comprometeu sua capacidade operacional e não atende aos requisitos mínimos para funcionamento. Além disso, as irregularidades apuradas pela autoridade reguladora incluem infrações às normas prudenciais.
A liquidação extrajudicial do Banco Pleno é motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira e pelas violações das regras estabelecidas para o funcionamento de instituições financeiras. A decisão visa proteger os interesses dos clientes, depositantes e credores.
A importância do Banco Pleno no sistema financeiro é limitada, com apenas 0,04% do ativo total e 0,05% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional (SFN). A liquidação extrajudicial visa minimizar o impacto nas operações financeiras e garantir a estabilidade do sistema.
O Banco Central continuará a apurar as responsabilidades sobre a situação do conglomerado, podendo levar à aplicação de medidas sancionadoras administrativas. As autoridades competentes também serão comunicadas das irregularidades encontradas.