BRB busca financiamento com imóveis públicos como garantia ou fonte de recursos financeiros
O Governo do Distrito Federal apresentou um projeto de lei para autorizar a utilização de 12 imóveis públicos como garantias ou fonte de recursos financeiros para o Banco de Brasília. O plano visa levantar R$ 2,6 bilhões para recuperar os ativos e recompor as perdas com a aquisição das carteiras de crédito do Banco Master. As áreas listadas incluem locais como o Centro Administrativo do Distrito Federal em Taguatinga e imóveis nos bairros Lago Sul e Asa Norte
O Governo do Distrito Federal apresentou um projeto de lei para autorizar a utilização de 12 imóveis públicos como garantias ou fonte de recursos financeiros para o Banco de Brasília (BRB). A medida visa reforçar o caixa do banco e recompor as perdas com a aquisição das carteiras de crédito do Banco Master.
O plano foi apresentado ao Banco Central no início do mês, visando levantar R$ 2,6 bilhões para recuperar os ativos. A proposta inclui três principais medidas: integralização de capital com bens móveis ou imóveis; alienação (venda) de patrimônio com destinação dos recursos ao banco e adoção de outras medidas permitidas pelo Sistema Financeiro Nacional.
Entre as áreas listadas para serem utilizadas estão o Centro Administrativo do Distrito Federal, em Taguatinga, terrenos no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), além de imóveis localizados nos bairros Lago Sul, Asa Norte e Tororó. Essas áreas pertencem a estatais locais como Terracap e Novacap.
O projeto prevê avaliação prévia dos bens, respeito ao interesse público e observância de regras de governança antes de qualquer alienação ou constituição de garantia. A medida ocorre em meio às investigações relacionadas a operações entre o BRB e o Banco Master.
A necessidade de aporte financeiro ganhou força após o Banco Central sinalizar que pode impor restrições ao BRB caso não haja recomposição de capital até 31 de março. Entre as possíveis medidas estão limitações operacionais e impedimento de expansão de negócios.
A venda das carteiras de crédito pelo banco, iniciada nos últimos meses, não elevou o patrimônio líquido do BRB, essencial para recompor o índice de Basileia. A nota C em 2025 da capacidade de pagamento (Capag) também dificulta a obtenção de créditos com garantia do Tesouro Nacional.
A Câmara Legislativa deve debater o projeto nas próximas semanas, tornando possível que as alternativas sejam adotadas para recompor os ativos e reforçar o caixa do BRB.
O plano foi apresentado ao Banco Central no início do mês, visando levantar R$ 2,6 bilhões para recuperar os ativos. A proposta inclui três principais medidas: integralização de capital com bens móveis ou imóveis; alienação (venda) de patrimônio com destinação dos recursos ao banco e adoção de outras medidas permitidas pelo Sistema Financeiro Nacional.
Entre as áreas listadas para serem utilizadas estão o Centro Administrativo do Distrito Federal, em Taguatinga, terrenos no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), além de imóveis localizados nos bairros Lago Sul, Asa Norte e Tororó. Essas áreas pertencem a estatais locais como Terracap e Novacap.
O projeto prevê avaliação prévia dos bens, respeito ao interesse público e observância de regras de governança antes de qualquer alienação ou constituição de garantia. A medida ocorre em meio às investigações relacionadas a operações entre o BRB e o Banco Master.
A necessidade de aporte financeiro ganhou força após o Banco Central sinalizar que pode impor restrições ao BRB caso não haja recomposição de capital até 31 de março. Entre as possíveis medidas estão limitações operacionais e impedimento de expansão de negócios.
A venda das carteiras de crédito pelo banco, iniciada nos últimos meses, não elevou o patrimônio líquido do BRB, essencial para recompor o índice de Basileia. A nota C em 2025 da capacidade de pagamento (Capag) também dificulta a obtenção de créditos com garantia do Tesouro Nacional.
A Câmara Legislativa deve debater o projeto nas próximas semanas, tornando possível que as alternativas sejam adotadas para recompor os ativos e reforçar o caixa do BRB.