Economia

Dólar alcança R$ 5,24 em alta de 0,21% na quarta-feira

19 de Fevereiro de 2026 às 07:05

O dólar comercial fechou em R$ 5,24 na quarta-feira (18), com alta de R$ 0,011 (+0,21%) no pregão encurtado por causa da Quarta-Feira de Cinzas. O movimento foi influenciado pelas tensões internacionais e pela decisão do Federal Reserve sobre cortes de juros nos Estados Unidos

O dólar comercial encerrou a quarta-feira (18) vendido a R$ 5,24, registrando uma alta de R$ 0,011 (+0,21%) no pregão encurtado por causa da Quarta-Feira de Cinzas. A cotação iniciou o dia em baixa e chegou a oscilar entre R$ 5,20 e R$ 5,25 nos primeiros minutos de negociação.

A influência das tensões internacionais foi determinante no movimento do dólar comercial brasileiro. O cenário externo se tornou cada vez mais volátil com as ameaças do presidente estadunidense Donald Trump ao Irã e a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve (Fed), que indicou um mercado de trabalho nos Estados Unidos mais resistente que o previsto.

Essa informação, segundo especialistas em economia internacional, reduz as chances de novos cortes de juros na maior economia do planeta. A expectativa é que essa decisão afete negativamente a valorização da moeda estadunidense e possivelmente influenciar outros mercados internacionais.

No entanto, o mercado brasileiro foi marcado pela ausência de notícias econômicas locais relevantes para influenciar as cotações. O foco principal das negociações recaiu sobre a análise do cenário externo e suas implicações no valor da moeda.

A alta do dólar comercial brasileiro, em comparação com outros dias recentes, pode ser vista como uma reflexão da volatilidade que está presente nos mercados internacionais. Com as tensões entre os Estados Unidos e o Irã agravando-se diariamente, é provável que essa instabilidade continue afetando negativamente a valorização das moedas em todo o mundo.

A cotação do dólar comercial brasileiro encerrou a quarta-feira (18) vendido a R$ 5,24. Com uma alta de R$ 0,011 (+0,21%), essa variação pode ser considerada um reflexo da incerteza que está presente nos mercados internacionais atualmente.

A ausência de notícias econômicas locais relevantes e o foco na análise do cenário externo foram determinantes no movimento das cotações. O mercado brasileiro foi influenciado pelas ameaças ao Irã e a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve, que indicou um mercado de trabalho nos Estados Unidos mais resistente que o previsto.

A expectativa é que essa decisão afete negativamente a valorização da moeda estadunidense. Com as tensões internacionais aument.

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