Economia

Dólar cai R$ 0,031 após recuo na bolsa no dia

26 de Fevereiro de 2026 às 06:46

O dólar comercial fechou na quarta-feira em R$ 5,125, com um recuo de R$ 0,031 (-0,6%) frente à véspera. A Bolsa registrou pequeno recuo após bater recorde. O índice Ibovespa fechou com 191.247 pontos e uma queda de 0,13%

Dólar encerra em R$ 5,125 e bolsa registra pequeno recuo após bater recorde. Apesar do movimento favorável aos países emergentes, a cotação de hoje foi marcada por oscilações ao longo do dia.

O dólar comercial fechou esta quarta-feira (25) vendido a R$ 5,125, com um recuo de R$ 0,031 (-0,6%) em relação à véspera. A cotação teve uma evolução notável ao longo do dia: após abrir na casa dos R$ 5,12 no início das negociações e subir para R$ 5,16 por volta da hora de almoço, a taxa voltou a declinar durante o período vespertino.

Nesse contexto favorável aos países emergentes - que se beneficiam do impacto da decisão dos Estados Unidos em reduzir suas tarifas sobre importações desses países -, os investidores brasileiros optaram por realizar lucros ao vender ações. Esse movimento de realização de ganhos foi o principal responsável pela pequena queda no índice Ibovespa, que fechou com 191.247 pontos e um recuo de 0,13%.

A alta da cotação internacional do minério de ferro levou ações das mineradoras brasileiras a subirem, mas não foi suficiente para compensar o impacto geral da realização de lucros nos outros papéis.

O fluxo constante de capitais estrangeiros em direção aos países emergentes continua. Isso ocorre após decisão dos Estados Unidos que aboliu os tarifaços impostos pelo governo do presidente Donald Trump e a imposição de uma taxa unilateral sobre todas as importações estadunidenses, com alíquota inferior ao previsto.

A semana passada, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) comunicou que apenas 25% das vendas brasileiras para os Estados Unidos seriam atingidas pela nova tarifa de R$ 10. Nesse contexto, cerca de metade dos produtos exportados ao país foi isentada do pagamento desses impostos.

Os dados divulgados pelo Mdic revelam que a imposição da taxa tarifária não afetou significativamente as vendas brasileiras para os Estados Unidos e demonstra o impacto positivo das alterações nos regimes de comércio internacional sobre as exportações nacionais.

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