Economia

Economia brasileira cresce 3,4% em 2024 e atinge PIB de 11,7 trilhões de reais

06 de Novembro de 2026 às 13:37 2 min de leitura

O PIB brasileiro cresceu 3,4% em 2024, atingindo R$ 11,7 trilhões, com PIB per capita de R$ 55.410,12. Segundo o IBGE, a alta foi impulsionada por serviços (3,8%) e indústria (3,1%), enquanto a agropecuária recuou 3,7%. O consumo final subiu 4,4%

-0:00
Economia brasileira cresce 3,4% em 2024 e atinge PIB de 11,7 trilhões de reais
© CNI/JOSÉ PAULO LACERDA/DIREITOS RESERVADOS

A economia brasileira registrou expansão de 3,4% em 2024, totalizando um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 11,7 trilhões, conforme dados revisados e divulgados nesta sexta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O valor do PIB per capita no período foi de R$ 55.410,12.

A atualização dos números integra o Sistema de Contas Nacionais, processo padrão do IBGE que ajusta os resultados iniciais com base em novas pesquisas setoriais.

Desempenho por setores e consumo

O crescimento do país foi impulsionado pelos setores de serviços, com alta de 3,8%, e indústria, que avançou 3,1%. Em contrapartida, a agropecuária apresentou retração de 3,7%.

No campo do consumo final, houve um incremento de 4,4%, distribuído entre:

  • Consumo das famílias: alta de 5,1%;
  • Despesa de consumo do governo: crescimento de 2%.

Histórico recente e projeções

O resultado de 2024 soma-se a uma sequência de cinco anos de variação positiva, incluindo o desempenho de 2025, quando a economia cresceu 2,3% (dado que ainda passará por revisão).

Para 2026, os números oficiais disponíveis até o segundo trimestre indicam uma alta acumulada de 1,9%. O fechamento total do ano será divulgado apenas em março de 2027.

Para o encerramento de 2026, diferentes entidades apresentam estimativas de crescimento:

  • Ministério da Fazenda: projeta expansão de 2%, segundo o Boletim Macrofiscal de setembro;
  • Fundo Monetário Internacional (FMI): estima alta de 2,2%;
  • Banco Central: aponta crescimento de 1,76%, conforme o relatório Focus da última terça-feira (3).

Notícias Relacionadas