Economia cresce 2,2% em 2025, mas juros altos e tarifação afetam o setor
A economia brasileira cresceu 2,2% em 2025 comparativamente ao ano anterior. O crescimento foi influenciado pela expansão das exportações e investimentos, com o consumo das famílias aumentando 1,5% e a Formação Bruta de Capital Fixo crescendo 3,6%. No entanto, os juros altos foram considerados uma das principais razões para perda de força no crescimento econômico
ECONOMIA BRASILEIRA REGISTRA CRESCIMENTO DE 2,2% EM 2025, MAS JUROS ALTOS E TARIFAÇÃO AFETAM O SECTOR
A economia brasileira cresceu 2,2% em 2025 na comparação com o ano anterior, de acordo com a pesquisa Monitor do PIB divulgada pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas. Este crescimento foi influenciado pela expansão das exportações e investimentos.
O consumo das famílias registrou um aumento de 1,5% no ano passado, enquanto a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que reflete o nível de investimento da economia, cresceu 3,6%. As importações avançaram 5.1%, e as exportações aumentaram 6.2%.
A taxa de investimento foi estimada em 17.1% no ano passado, a maior nos últimos três anos. Além disso, o PIB brasileiro atingiu R$12,63 trilhões em valores correntes, um recorde da série histórica.
No entanto, os juros altos foram considerados uma das principais razões para a perda de força no crescimento econômico. A coordenadora do Núcleo de Contas Nacionais do Ibre, Juliana Trece, destacou que o aperto monetário e imposição tarifária ao Brasil também contribuíram para essa situação.
A alta taxa da Selic influenciou todas as demais taxas de juros no país. Em setembro de 2024, a Selic foi elevada até 15% em junho de 2025, permanecendo assim nos dias atuais. O objetivo era reduzir a inflação e alcançar uma meta de 3% ao ano.
O IPCA ficou fora do intervalo tolerável durante praticamente todo o ano passado, indicando que os juros altos exerceram um impacto restritivo na economia. Apesar disso, em novembro foi divulgada a menor taxa já registrada de desemprego.
Outro fator mencionado pela coordenadora é o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que reduziu as vendas externas ao país e teve um impacto significativo nas exportações brasileiras. No entanto, uma decisão da Suprema Corte derrubou a política tarifária.
O resultado oficial do PIB será divulgado no próximo dia 3 de março pelo IBGE.
A economia brasileira cresceu 2,2% em 2025 na comparação com o ano anterior, de acordo com a pesquisa Monitor do PIB divulgada pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas. Este crescimento foi influenciado pela expansão das exportações e investimentos.
O consumo das famílias registrou um aumento de 1,5% no ano passado, enquanto a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que reflete o nível de investimento da economia, cresceu 3,6%. As importações avançaram 5.1%, e as exportações aumentaram 6.2%.
A taxa de investimento foi estimada em 17.1% no ano passado, a maior nos últimos três anos. Além disso, o PIB brasileiro atingiu R$12,63 trilhões em valores correntes, um recorde da série histórica.
No entanto, os juros altos foram considerados uma das principais razões para a perda de força no crescimento econômico. A coordenadora do Núcleo de Contas Nacionais do Ibre, Juliana Trece, destacou que o aperto monetário e imposição tarifária ao Brasil também contribuíram para essa situação.
A alta taxa da Selic influenciou todas as demais taxas de juros no país. Em setembro de 2024, a Selic foi elevada até 15% em junho de 2025, permanecendo assim nos dias atuais. O objetivo era reduzir a inflação e alcançar uma meta de 3% ao ano.
O IPCA ficou fora do intervalo tolerável durante praticamente todo o ano passado, indicando que os juros altos exerceram um impacto restritivo na economia. Apesar disso, em novembro foi divulgada a menor taxa já registrada de desemprego.
Outro fator mencionado pela coordenadora é o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que reduziu as vendas externas ao país e teve um impacto significativo nas exportações brasileiras. No entanto, uma decisão da Suprema Corte derrubou a política tarifária.
O resultado oficial do PIB será divulgado no próximo dia 3 de março pelo IBGE.