Economia

França lidera ranking de valor de mercado para a Copa do Mundo de 2026

23 de Junho de 2026 às 12:10

A França lidera o ranking de valor de mercado para a Copa de 2026 com € 1,52 bilhão, seguida por Inglaterra e Espanha. O Brasil ocupa a sexta posição com € 928,20 milhões, superando a Argentina, que aparece em sétimo lugar. As dez seleções mais caras da competição totalizam € 9,68 bilhões, segundo a Transfermarkt

França lidera ranking de valor de mercado para a Copa do Mundo de 2026
Copa. Crédito: Envato

A seleção da França lidera o ranking de valor de mercado para a Copa do Mundo de 2026, com um elenco avaliado em € 1,52 bilhão (R$ 8,96 bilhões), conforme dados da Transfermarkt. O montante francês é impulsionado por atletas de alta valorização no futebol europeu, com destaque para Kylian Mbappé, avaliado em € 180 milhões (R$ 1,06 bilhão), Michael Olise, com € 150 milhões (R$ 884,67 milhões), e Désiré Doué, cotado em € 120 milhões (R$ 707,74 milhões).

No topo da pirâmide financeira do torneio, as três seleções mais valiosas — França, Inglaterra e Espanha — somam € 4,10 bilhões (R$ 24,18 bilhões). Esse valor conjunto supera a capitalização de mercado de 32 das 60 empresas que compõem o Ibovespa. A Inglaterra ocupa a segunda posição, com € 1,36 bilhão (R$ 8,02 bilhões), seguida pela Espanha, avaliada em € 1,22 bilhão (R$ 7,20 bilhões).

O grupo das quatro seleções que ultrapassam a marca de € 1 bilhão inclui ainda Portugal, com € 1,01 bilhão (R$ 5,96 bilhões). Juntas, essas quatro equipes totalizam € 5,11 bilhões (R$ 30,14 bilhões), representando mais da metade do valor acumulado pelas dez seleções mais caras da competição, que somam € 9,68 bilhões (R$ 57,12 bilhões).

Na Espanha, o maior valor individual do top 3 das seleções pertence a Lamine Yamal, avaliado em € 200 milhões (R$ 1,18 bilhão), enquanto Pedri soma € 150 milhões. Na Inglaterra, a avaliação é sustentada por Jude Bellingham (€ 130 milhões / R$ 766,71 milhões), Declan Rice (€ 120 milhões) e Bukayo Saka (€ 110 milhões / R$ 648,76 milhões).

O Brasil ocupa a sexta colocação, com um valor de mercado de € 928,20 milhões (R$ 5,47 bilhões) e média de € 35,70 milhões (R$ 210,55 milhões) por jogador. Vinicius Junior é o ativo mais valioso do elenco brasileiro, avaliado em € 140 milhões (R$ 825,69 milhões), o que representa 15,1% do valor total da equipe. Outros destaques brasileiros incluem Gabriel e Matheus Cunha, ambos com € 75 milhões (R$ 442,34 milhões), além de Bruno Guimarães e Raphinha, avaliados em € 70 milhões (R$ 412,85 milhões) cada.

A seleção brasileira supera a Argentina, atual campeã mundial, que aparece em sétimo lugar com € 807,50 milhões (R$ 4,76 bilhões). A diferença financeira entre as duas equipes é de € 120,70 milhões (R$ 711,86 milhões). No elenco argentino, os maiores valores estão em Julián Alvarez (€ 100 milhões / R$ 589,78 milhões), Enzo Fernández (€ 90 milhões / R$ 530,80 milhões), Lautaro Martínez (€ 85 milhões / R$ 501,31 milhões) e Nico Paz (€ 80 milhões / R$ 471,82 milhões), enquanto Lionel Messi é avaliado em € 15 milhões (R$ 88,47 milhões).

Completam o top 10 a Alemanha, em quinto lugar, com € 947 milhões (R$ 5,59 bilhões), seguida por Holanda (€ 754,20 milhões / R$ 4,45 bilhões), Noruega (€ 589,90 milhões / R$ 3,48 bilhões) e Bélgica (€ 547,50 milhões / R$ 3,23 bilhões).

Em comparação com a Escócia, adversária do Brasil no Grupo C, a disparidade é acentuada. A seleção escocesa, 29ª no ranking, vale € 170,25 milhões (R$ 1,00 bilhão), com média de € 6,55 milhões (R$ 38,63 milhões) por atleta. O jogador mais caro da equipe é Scott McTominay, avaliado em € 40 milhões (R$ 235,91 milhões). A diferença de mercado entre Brasil e Escócia chega a € 757,95 milhões (R$ 4,47 bilhões).

A metodologia de cálculo da Transfermarkt para definir esses valores considera a soma das avaliações individuais, baseando-se em critérios como idade, desempenho, reputação, potencial de desenvolvimento, valor de marketing, experiência e demanda do mercado.

Com informações de InvestNews

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