Fusão de Benefícios Sociais é Estudada pelo Governo para Modernizar Programas e Preservar Gastos
Fernando Haddad defende a criação de um programa social único e moderno. Ele comparou essa possibilidade à criação do Bolsa Família em 2003. A ideia está sendo discutida entre especialistas governamentais para criar uma estrutura mais sustentável sem reduzir os gastos sociais
Fernando Haddad defende fusão dos benefícios sociais como opção para modernizar programas
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou na terça-feira (10) que a atual situação econômica do Brasil permite considerar uma nova arquitetura para as despesas sociais. A ideia de criar um programa único e mais eficaz é tema em estudo entre técnicos governamentais.
Haddad comparou essa possibilidade à criação do Bolsa Família, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2003, que unificou diversos programas sociais. O ministro defendeu a fusão dos benefícios como uma forma de modernizar os programas sem reduzir o gasto.
A proposta não é imediata e ainda está sendo discutida entre especialistas do governo e fora dele. Haddad destacou que a ideia é criar um programa mais sustentável, mas admitiu que isso pode significar uma mudança na forma como os benefícios sociais são distribuídos.
O ministro também elogiou a atuação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em relação às denúncias de fraude no Banco Master. Segundo Haddad, o banco apresentava um crescimento exponencial até 2024 e foi apenas quando Galípolo tomou posse que as investigações foram iniciadas.
A reforma tributária também é destaque na entrevista do ministro da Fazenda. Ele afirmou que a aprovação da reforma vai permitir ao Brasil figurar entre os melhores sistemas tributários do mundo, de acordo com o Banco Mundial. A avaliação positiva se deve à digitalização e transparência implementadas no processo.
A fusão dos benefícios sociais é uma ideia que está sendo estudada em conjunto com técnicos governamentais para criar um programa único mais eficaz sem reduzir os gastos, como defendeu o ministro da Fazenda.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou na terça-feira (10) que a atual situação econômica do Brasil permite considerar uma nova arquitetura para as despesas sociais. A ideia de criar um programa único e mais eficaz é tema em estudo entre técnicos governamentais.
Haddad comparou essa possibilidade à criação do Bolsa Família, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2003, que unificou diversos programas sociais. O ministro defendeu a fusão dos benefícios como uma forma de modernizar os programas sem reduzir o gasto.
A proposta não é imediata e ainda está sendo discutida entre especialistas do governo e fora dele. Haddad destacou que a ideia é criar um programa mais sustentável, mas admitiu que isso pode significar uma mudança na forma como os benefícios sociais são distribuídos.
O ministro também elogiou a atuação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em relação às denúncias de fraude no Banco Master. Segundo Haddad, o banco apresentava um crescimento exponencial até 2024 e foi apenas quando Galípolo tomou posse que as investigações foram iniciadas.
A reforma tributária também é destaque na entrevista do ministro da Fazenda. Ele afirmou que a aprovação da reforma vai permitir ao Brasil figurar entre os melhores sistemas tributários do mundo, de acordo com o Banco Mundial. A avaliação positiva se deve à digitalização e transparência implementadas no processo.
A fusão dos benefícios sociais é uma ideia que está sendo estudada em conjunto com técnicos governamentais para criar um programa único mais eficaz sem reduzir os gastos, como defendeu o ministro da Fazenda.