Economia

Governo federal condiciona a atração de novos investimentos à manutenção da responsabilidade fiscal e jurídica

05 de Novembro de 2026 às 18:58 2 min de leitura

O governo federal vinculou a atração de investimentos à responsabilidade fiscal e à segurança jurídica. Na quinta-feira (5), o Conselho para Industrialização de Minerais Críticos definiu como estratégicos o níquel, nióbio, potássio, grafita e terras raras. Paralelamente, gestores e economistas discutiram a condução da economia após a interrupção do corte de juros pelo Banco Central

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O governo federal condiciona a atração de novos investimentos à manutenção da responsabilidade fiscal e da segurança jurídica. Durante a 1ª reunião do Conselho para Industrialização de Minerais Críticos, realizada nesta quinta-feira (5), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a organização da economia é fundamental para despertar o interesse de investidores, que buscam retorno financeiro e estabilidade para aplicar recursos no Brasil.

Minerais Críticos e Estratégicos

Como resultado do encontro, o Conselho aprovou a listagem de minerais classificados como críticos e estratégicos para o desenvolvimento nacional. A lista contempla:

  • Terras raras;
  • Grafita;
  • Níquel;
  • Potássio;
  • Nióbio.

Articulação Econômica no Alvorada

Paralelamente, o Palácio da Alvorada sediou uma reunião de quatro horas, iniciada ao meio-dia desta quinta-feira, para debater a condução da economia após a decisão do Banco Central de interromper o ciclo de corte de juros na quarta-feira (4).

O grupo de discussão foi composto por figuras centrais da gestão e do pensamento econômico do PT, incluindo:

  • Geraldo Alckmin (vice-presidente);
  • Dario Durigan (ministro da Fazenda);
  • Bruno Moretti (Planejamento), Miriam Belchior (Casa Civil) e Esther Dweck (Gestão);
  • Fernando Haddad, Aloizio Mercadante e Guido Mantega (ex-ministros);
  • Luciano Coutinho, Eduardo Moreira e Laura Carvalho (economistas).

Ao final da agenda, o ministro da Fazenda reiterou que o governo manterá os compromissos fiscais e as metas sociais assumidas durante a campanha eleitoral, ressaltando a inexistência de soluções imediatas ou simplistas para o cenário econômico brasileiro.

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