Economia

Ministro afirma que ataques ao Irã não terão impacto imediato na economia brasileira

03 de Março de 2026 às 06:02

Ministro da Fazenda afirma que ataques ao Irã não terão impacto imediato na economia brasileira. Ele reconhece, no entanto, ser difícil prever o desenrolar do conflito e está acompanhando com cautela as implicações para ajustes econômicos nacionais. A estabilidade da economia brasileira é mantida por ora, com crescimento de 2% no PIB em 2023 e inflação controlada

Ministro da Fazenda afirma que ataques ao Irã não terão impactos imediatos na economia brasileira, mas analisa possíveis consequências do conflito com cautela.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse ontem (2) que os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã não deverão ter um reflexo imediato sobre a macroeconomia brasileira. No entanto, ele reconheceu ser difícil prever como se desenrolará o conflito.

A pasta está analisando com cautela as implicações do cenário internacional para eventuais ajustes na economia nacional. "Vamos acompanhar com cautela para eventualmente estarmos preparados para uma piora do ambiente econômico", acrescentou Haddad, ao ponderar a complexidade da situação.

A atenção se concentra no estreito de Ormuz, fundamental rota mundial de petróleo. O Irã anunciou que fechou o local e ameaçou incendiar navios que tentarem passagem por lá. A medida pode afetar diretamente a produção petrolífera global.

Os dados econômicos recentes indicam uma estabilidade na economia brasileira, com crescimento de 2% no PIB em 2023 e inflação controlada dentro do teto da meta. Contudo, o ministro não descarta possíveis impactos futuros a partir das decisões tomadas pelos países envolvidos.

A cautela é necessária para evitar choques negativos na economia brasileira caso as tensões se exacerbem e afetem os principais parceiros comerciais do país. O governo está monitorando o cenário internacional, preparado para ajustes rápidos em resposta a possíveis mudanças no ambiente econômico.

O ministro da Fazenda enfatizou que sua pasta está atenta às informações disponíveis e trabalha continuamente com os demais órgãos do governo para garantir a estabilidade financeira nacional.

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