Economia

Preços de Aluguel Caem 0,73% em Fevereiro no IGP-M

26 de Fevereiro de 2026 às 12:02

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou uma redução de 0,73% em fevereiro, revertendo alta anterior. O IGP-M acumula diminuição de 0,32% ao longo do ano e desaceleração de 2,67% nos últimos 12 meses. Além disso, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também apresentou queda em fevereiro com um aumento de apenas 0,34%

A queda no Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) em fevereiro foi um alívio para os brasileiros, que haviam enfrentado uma alta significativa nos preços do aluguel apenas um mês antes. O índice registrou uma redução de 0,73% no período, revertendo a alta de 0,41% observada em janeiro.

Com essa queda, o IGP-M passou a acumular diminuição de 0,32% ao longo do ano e desaceleração de 2,67% nos últimos 12 meses. Isso é um sinal positivo para a economia brasileira, que busca estabilizar os preços após uma série de altas.

Outro indicador importante, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), também apresentou uma queda em fevereiro, embora menos expressiva. O índice subiu apenas 0,34% no período, desacelerando em relação ao mês anterior.

A Fundação Getulio Vargas destaca que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também registrou uma taxa inferior a janeiro, com um aumento de 0,30%. No entanto, é importante notar que alguns grupos apresentaram recuos significativos em suas taxas de variação.

Entre as principais classes de despesa do IPC, cinco apresentaram diminuição: Alimentação (de 0,66% para 0,17%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,60% para 0,12%), Educação, Leitura e Recreação (de 1.38% para 0.72%), Transportes (de 0.71% para 0.53%) e Vestuário (- de -16% para -43%).

Por outro lado, os grupos Habitação (de 0,06% a 0,33%), Despesas Diversas (de 17% a 37%) e Comunicação (de 00% a 01%) apresentaram aumentos.

O economista da FGV, André Braz, atribuiu o forte recuo do IPA ao declínio dos preços de commodities relevantes. Minério de ferro (-6,92%), soja (-6,36%) e café (-9,17%) foram os principais responsáveis por essa queda.

A perspectiva é positiva para a economia brasileira com essas taxas mais baixas nos preços do aluguel.

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