Economia

Produção industrial brasileira cresce 0,7% em abril e registra quarto mês consecutivo de alta

03 de Junho de 2026 às 12:12

A produção industrial brasileira subiu 0,7% em abril de 2026, somando alta de 4,4% em quatro meses, segundo o IBGE. O resultado foi impulsionado pelas indústrias extrativas e derivados de petróleo, enquanto o setor de produtos químicos registrou a maior queda. No acumulado do quadrimestre, o crescimento foi de 1,7% comparado ao ano anterior

Produção industrial brasileira cresce 0,7% em abril e registra quarto mês consecutivo de alta
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A produção industrial brasileira cresceu 0,7% em abril de 2026 em comparação a março, considerando a série com ajuste sazonal. O resultado, divulgado nesta quarta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), marca o quarto mês consecutivo de alta, totalizando um avanço de 4,4% no período. No acumulado dos quatro primeiros meses de 2026, a indústria registrou crescimento de 1,7% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior.

O desempenho de abril foi impulsionado por 14 dos 25 ramos industriais pesquisados e por duas das quatro grandes categorias econômicas. O destaque ficou para as indústrias extrativas e o segmento de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, ambos com alta de 3,1% e mantendo a trajetória de crescimento pelo quinto mês seguido. No setor extrativo, os principais motores foram o minério de ferro, o gás natural e os óleos brutos de petróleo; já nos derivados de petróleo e biocombustíveis, prevaleceram o óleo diesel e o álcool etílico.

Outras atividades que contribuíram positivamente para o índice geral foram a de produtos de madeira, com alta de 8,5%, produtos têxteis (4,1%), produtos de borracha e material plástico (3,1%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (2,2%).

Em contrapartida, 11 atividades apresentaram recuo. A maior influência negativa veio do setor de produtos químicos, que caiu 3,9%. Também registraram quedas os segmentos de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-6,0%), máquinas e equipamentos (-2,9%), metalurgia (-1,0%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-0,7%).

Com informações de Agência Brasil

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