Economia

Trump visita a China com comitiva de líderes tecnológicos para discutir comércio e inteligência artificial

13 de Maio de 2026 às 06:19

Donald Trump visita a China entre 13 e 15 de maio para reunir-se com Xi Jinping. A comitiva inclui executivos de empresas como NVIDIA, Apple e Tesla para discutir comércio, tarifas e inteligência artificial. O encontro visa a assinatura de acordos comerciais entre governos e companhias

Trump visita a China com comitiva de líderes tecnológicos para discutir comércio e inteligência artificial
wccftech.com

O presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, cumpre agenda na China entre os dias 13 e 15 de maio, onde se reunirá com o presidente Xi Jinping. O encontro marca a primeira visita de um mandatário americano ao país em quase dez anos. A comitiva presidencial é composta por lideranças do setor tecnológico e financeiro, incluindo Jensen Huang (NVIDIA), Elon Musk (X, xAI, SpaceX e Tesla), Tim Cook (Apple), além de executivos da Meta, Qualcomm, Micron, Boeing, Citigroup, Goldman Sachs, Blackstone e BlackRock.

A presença de Jensen Huang foi confirmada após reportagens iniciais indicarem que o CEO da NVIDIA não participaria da viagem. O executivo foi registrado embarcando no Air Force One durante uma escala de reabastecimento no Alasca.

O foco das discussões deve recair sobre tarifas e comércio, com ênfase em Inteligência Artificial. A expectativa é que a visita resulte na assinatura de acordos comerciais tanto por parte do governo dos EUA quanto entre as empresas da comitiva e companhias chinesas.

No cenário estratégico, a NVIDIA mantém a prioridade de operação nos Estados Unidos e não detém participação oficial no mercado de IA da China. A companhia investe na iniciativa "feito nos EUA", com a provável assinatura de um contrato com a Intel para a produção de GPUs da geração Feynman em solo americano, além de priorizar o fornecimento das GPUs Rubin e Blackwell para data centers e empresas dos EUA.

A movimentação ocorre em um momento de flexibilização das restrições comerciais e tarifas impostas por Washington. Após um período de agressividade e guerra comercial no ano anterior, o governo americano adotou uma postura mais branda, o que possibilita a retomada do diálogo tecnológico entre as duas potências, embora a tendência seja de avanços graduais devido às reservas mútuas de cada país.

Notícias Relacionadas