Economia

Vendas do comércio varejista crescem 0,1% em agosto e interrompem trajetória de queda

15 de Outubro de 2026 às 12:58 2 min de leitura

O comércio varejista cresceu 0,1% em agosto frente a julho, segundo dados do IBGE. No período, o varejo ampliado recuou 0,2%, com alta em seis setores e queda em dois

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Vendas do comércio varejista crescem 0,1% em agosto e interrompem trajetória de queda
© ROVENA ROSA/AGÊNCIA BRASIL

O volume de vendas do comércio varejista apresentou alta de 0,1% em agosto, na comparação com julho, considerando a série com ajuste sazonal. O resultado interrompe a trajetória de queda de 0,8% registrada no mês anterior. Com esse desempenho, a média móvel trimestral encerrada em agosto manteve a variação de -0,1%, patamar idêntico ao observado no trimestre finalizado em julho.

As informações integram a Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Desempenho do varejo ampliado

No recorte do varejo ampliado — que engloba o atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, além de material de construção e veículos, motos, partes e peças —, o volume de vendas recuou 0,2% em agosto frente a julho. O movimento ocorre após a alta de 0,5% registrada em julho de 2026.

Essa retração fez com que a média móvel trimestral do varejo ampliado voltasse a cair 0,3% no período terminado em agosto, repetindo a variação ocorrida em junho.

Variações setoriais

A análise por setores revela que seis atividades registraram crescimento e duas apresentaram queda na passagem de julho para agosto:

  • Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: 6,3%
  • Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 1,4%
  • Combustíveis e lubrificantes: 1,1%
  • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: 0,7%
  • Tecidos, vestuário e calçados: 0,6%
  • Livros, jornais, revistas e papelaria: 0,2%

Em contrapartida, os setores de móveis e eletrodomésticos e de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo registraram quedas de 4,2% e 0,3%, respectivamente.

Com informações de Agência Brasil

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