Justiça

20 Mandados de Prisão Preventiva Cumpridos no Rio e Mato Grosso do Sul em Operação Contra o Bicheiro Rogério Andrade

10 de Março de 2026 às 12:01

Foram cumpridos 20 mandados de prisão preventiva no Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul em operação contra o bicheiro Rogério Andrade. A ordem foi expedida pelo Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa, que também investiga a participação dele com organizações criminosas. As prisões foram realizadas na Penitenciária Federal de Campo Grande e várias cidades do Rio de Janeiro

Operação contra o bicheiro Rogério Andrade: 20 mandados de prisão preventiva são cumpridos no Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul.

Nesta terça-feira (10), os agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência, Corregedoria-Geral da Polícia Militar, Secretaria de Estado de Administração Penitenciária e a própria Polícia Civil trabalharam juntos para cumprir 20 mandados de prisão preventiva expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa. O objetivo era prender Rogério Andrade, o bicheiro que atua na região do Bangu e é suspeito de envolvimento com organizações criminosas.

Os mandados foram cumpridos em várias cidades do Rio de Janeiro, incluindo Duque de Caxias, Mangaratiba e São João de Meriti. Além disso, a prisão preventiva também foi cumprida na Penitenciária Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Rogério Andrade está preso desde novembro passado em uma penitenciária de segurança máxima por ser acusado da morte de Fernando Iggnácio. O caso ocorreu em 2020 e envolveu um assassinato a tiros no estacionamento de um heliporto na Barra da Tijuca.

O Gaeco/MPRJ argumenta que os denunciados atuavam como seguranças para pontos ilegais de jogos de azar, utilizando corrupção sistemática para garantir o funcionamento do grupo criminoso. Além disso, eles responderão pelos crimes de organização criminosa armada e agravado pelo emprego de funcionários públicos.

A investigação revelou que Rogério Andrade é sobrinho do falecido Castor de Andrade, um dos principais chefes do jogo do bicho no Rio. A morte de Castor deflagrou uma disputa pela herança entre a família e os assassinatos envolvendo Paulinho de Andrade e Fernando Iggnácio.

A operação é resultado da cooperação entre as forças policiais, que trabalharam em conjunto para cumprir os mandados. A prisão preventiva visa prevenir novos crimes cometidos por essas organizações criminosas no Rio de Janeiro e garantir a ordem pública na região.

As investigações continuam com o objetivo de desmantelar completamente as atividades ilegais do grupo, proteger os cidadãos da cidade contra a corrupção e combater a organização criminosa.

Com informações de Agência Brasil

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