Capitão da Polícia Militar é preso por envolvimento com facção criminosa conhecida como Comando Vermelho
Capitão da Polícia Militar Alessander Ribeiro Estrella Rosa foi preso preventivamente na tarde de sexta-feira (6) no 20º Batalhão, em Mesquita. A prisão foi decretada pelo Gaeco por indícios de envolvimento com a facção criminosa Comando Vermelho e negociações criminosas. O caso está sob investigação do Gaeco
Polícia Militar: Capitão é preso preventivamente por envolvimento com facção criminosa
O capitão da Polícia Militar Alessander Ribeiro Estrella Rosa foi preso na tarde desta sexta-feira (6) no 20º Batalhão, em Mesquita, Baixada Fluminense. A prisão preventiva foi decretada pelo Gaeco após indícios de que o oficial manteve contato e negociou com traficantes da Comando Vermelho.
A decisão judicial considera a existência de provas apresentadas pelo Ministério Público, que mostram como Rosa teria se envolvido em negociações criminosas mesmo após ser beneficiado anteriormente com habeas corpus e medidas cautelares. Esses fatos configurariam risco à ordem pública, hierarquia e disciplina militar da corporação.
A prisão foi realizada pela Corregedoria da Polícia Militar. O Gaeco havia solicitado a decretação de prisão preventiva do capitão após investigações que apontaram sua participação em negociações com integrantes da facção criminosa Comando Vermelho.
A decisão judicial considera os indícios apresentados pelo Ministério Público, que incluem provas de contatos e negociações entre Rosa e traficantes de alta periculosidade. Esses fatos configurariam prejuízo à instrução criminal em curso contra o capitão.
A prisão preventiva do oficial da Polícia Militar é uma medida cautelar que visa evitar a repetição dos atos criminosos e proteger a ordem pública, hierarquia e disciplina militar. O caso está sob investigação do Gaeco e será julgado em um futuro próximo.
O capitão da Polícia Militar Alessander Ribeiro Estrella Rosa foi preso na tarde desta sexta-feira (6) no 20º Batalhão, em Mesquita, Baixada Fluminense. A prisão preventiva foi decretada pelo Gaeco após indícios de que o oficial manteve contato e negociou com traficantes da Comando Vermelho.
A decisão judicial considera a existência de provas apresentadas pelo Ministério Público, que mostram como Rosa teria se envolvido em negociações criminosas mesmo após ser beneficiado anteriormente com habeas corpus e medidas cautelares. Esses fatos configurariam risco à ordem pública, hierarquia e disciplina militar da corporação.
A prisão foi realizada pela Corregedoria da Polícia Militar. O Gaeco havia solicitado a decretação de prisão preventiva do capitão após investigações que apontaram sua participação em negociações com integrantes da facção criminosa Comando Vermelho.
A decisão judicial considera os indícios apresentados pelo Ministério Público, que incluem provas de contatos e negociações entre Rosa e traficantes de alta periculosidade. Esses fatos configurariam prejuízo à instrução criminal em curso contra o capitão.
A prisão preventiva do oficial da Polícia Militar é uma medida cautelar que visa evitar a repetição dos atos criminosos e proteger a ordem pública, hierarquia e disciplina militar. O caso está sob investigação do Gaeco e será julgado em um futuro próximo.