Celina Leão e Lula não chegam a acordo em audiência de conciliação judicial no DF
A tentativa de conciliação judicial entre a governadora do DF, Celina Leão, e o presidente Lula terminou sem acordo nesta quarta-feira (4) devido à ausência de ambos na audiência. O juiz deu 24 horas para a defesa da governadora justificar a falta. A ação busca indenização por danos morais após embates públicos sobre o *Banco de Brasília
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A tentativa de conciliação judicial entre a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva terminou sem acordo nesta quarta-feira (4). Ambos os envolvidos faltaram à audiência virtual realizada na Justiça do Distrito Federal, sessão na qual apenas a advogada da governadora esteve presente.
Justificativa e trâmites judiciais
Diante da ausência da autora do processo, o juiz do caso estabeleceu um prazo de 24 horas para que a defesa de Celina Leão apresente a justificativa formal para a falta da governadora.
Até o momento, a assessoria de Celina informou que não comentará o episódio. Já a defesa do presidente e o diretório regional do PT no DF não responderam aos questionamentos sobre a ausência de Lula na sessão.
Origem do conflito
O processo, que tramita no Tribunal de Justiça do DF, foi motivado por um embate público ocorrido em setembro, durante o período eleitoral e em meio a uma crise envolvendo o Banco de Brasília (BRB).
A disputa jurídica teve início após o presidente afirmar que a União não transferiria recursos para a instituição financeira e tecer críticas à gestão da governadora. Em resposta, Celina Leão utilizou as redes sociais para rebater as declarações, alegando que a postura de Lula refletia a visão de um presidente de partido e que ele agia de forma partidária.
A ação judicial movida pela governadora busca a obtenção de indenização por danos morais.