Justiça

CNJ afasta magistrado mineiro sob suspeita de envolvimento em estupro e conivência com crime

27 de Fevereiro de 2026 às 15:01

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afastou Magid Nauef Láuar do cargo por suspeita de envolvimento em estupro e conivência com crime. O magistrado havia proferido voto que levou à absolvição de homem acusado de estupro contra adolescente. A investigação prossegue, com foco na apuração das denúncias contra Magid Nauef Láuar

CNJ afasta magistrado de Minas por suspeita de envolvimento em estupro e conivência com crime

A determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foi tomada após o desembargador Magid Nauef Láuar ser alvo de pedidos de investigação. O magistrado havia proferido um voto que levou à absolvição de um homem acusado de estupro contra uma adolescente de 12 anos e da mãe, considerada conivente com o crime.

O CNJ identificou cinco supostas vítimas do desembargador que já foram ouvidas pela Corregedoria Nacional de Justiça. Com a constatação de fatos recentes não prescritos, o conselho decidiu prosseguir na apuração das denúncias.

Diante dessas acusações, Magid Nauef foi afastado do cargo para evitar interferências na investigação em andamento. Anteriormente, ele havia proferido uma decisão individual restabelecendo a condenação dos envolvidos e determinando sua prisão.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) informou que o desembargador não se pronunciaria sobre as acusações. A investigação prossegue, com foco na apuração das denúncias contra Magid Nauef Láuar e seus eventuais envolvidos no caso.

A decisão do CNJ foi tomada após análise da situação em que o desembargador se encontrava diante dos pedidos de investigação. Com a identificação de fatos recentes não prescritos, ficou claro para o conselho que era necessário prosseguir na apuração das denúncias.

A medida do CNJ visa garantir a imparcialidade e isenção da justiça no caso em questão, afastando Magid Nauef Láuar até que as investigações sejam concluídas. O TJMG também está atuando para manter o processo justo e transparente.

A determinação do CNJ de prosseguir na apuração das denúncias é um passo importante no esforço de garantir a justiça seja feita, independentemente da posição social ou profissional dos envolvidos. A investigação continua em andamento, com foco nas evidências e provas que possam contribuir para o esclarecimento do caso.

A decisão do CNJ também destaca a importância de manter a separação entre os poderes da República e garantir que as instituições funcionem imparcialmente. Com essa medida, o conselho demonstra seu compromisso em proteger a just.

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