Justiça

Fachin apresenta balanço de gestão do CNJ e define prioridades estratégicas para o ano de 2026

29 de Setembro de 2026 às 12:54 2 min de leitura

O presidente do CNJ, Edson Fachin, apresentou o balanço de sua gestão com a redução de 10% nos processos pendentes e a aplicação de 30 penalidades disciplinares. Para 2026, as prioridades são o combate ao crime organizado, a violência contra mulheres e a celeridade em processos previdenciários

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O ministro Edson Fachin, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), apresentou nesta terça-feira (29) o balanço de seu primeiro ano de gestão, detalhando as entregas realizadas e as metas estabelecidas para 2026.

Metas e prioridades para 2026

Para o próximo ciclo, a presidência do órgão concentrará as ações em três eixos estratégicos: a celeridade em processos previdenciários e assistenciais, o combate à violência contra mulheres e meninas, e a ampliação da rede de magistrados dedicados ao enfrentamento do crime organizado.

Resultados administrativos e disciplinares

No âmbito da fiscalização, o CNJ analisou 34 processos administrativos disciplinares, resultando na aplicação de penalidades em 30 casos. O período também foi marcado pela aprovação de sete recomendações e 47 resoluções.

Quanto à gestão de pessoal, Fachin destacou a implementação do contracheque único e a respectiva fiscalização, medida adotada pelo CNJ e pela Corregedoria para garantir maior transparência e uniformidade na remuneração da magistratura.

Redução de acervo e rede judiciária

A gestão registrou uma queda de 10% no volume de processos pendentes. O montante, que era de 16,40 milhões em dezembro de 2025, recuou para 14,76 milhões em julho de 2026. Além disso, o ministro pontuou o avanço na estruturação de uma rede nacional de magistrados especializados na área de atuação do conselho.

Com informações de G1

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