Fachin apresenta balanço de gestão do CNJ e define prioridades estratégicas para o ano de 2026
O presidente do CNJ, Edson Fachin, apresentou o balanço de sua gestão com a redução de 10% nos processos pendentes e a aplicação de 30 penalidades disciplinares. Para 2026, as prioridades são o combate ao crime organizado, a violência contra mulheres e a celeridade em processos previdenciários
O ministro Edson Fachin, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), apresentou nesta terça-feira (29) o balanço de seu primeiro ano de gestão, detalhando as entregas realizadas e as metas estabelecidas para 2026.
Metas e prioridades para 2026
Para o próximo ciclo, a presidência do órgão concentrará as ações em três eixos estratégicos: a celeridade em processos previdenciários e assistenciais, o combate à violência contra mulheres e meninas, e a ampliação da rede de magistrados dedicados ao enfrentamento do crime organizado.
Resultados administrativos e disciplinares
No âmbito da fiscalização, o CNJ analisou 34 processos administrativos disciplinares, resultando na aplicação de penalidades em 30 casos. O período também foi marcado pela aprovação de sete recomendações e 47 resoluções.
Quanto à gestão de pessoal, Fachin destacou a implementação do contracheque único e a respectiva fiscalização, medida adotada pelo CNJ e pela Corregedoria para garantir maior transparência e uniformidade na remuneração da magistratura.
Redução de acervo e rede judiciária
A gestão registrou uma queda de 10% no volume de processos pendentes. O montante, que era de 16,40 milhões em dezembro de 2025, recuou para 14,76 milhões em julho de 2026. Além disso, o ministro pontuou o avanço na estruturação de uma rede nacional de magistrados especializados na área de atuação do conselho.