Ministro arquiva inquérito que investigava ex-deputada por coação no processo
O ministro do STF, Alexandre de Moraes, arquivou inquérito sobre ex-deputada federal Carla Zambelli. A decisão foi tomada após parecer da Procuradoria-Geral da República considerar que não há provas suficientes para uma denúncia contra a parlamentar. O inquérito investigava crimes de coação e obstrução de investigação praticados por Zambelli em 2023
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (18) o arquivamento de um inquérito aberto para investigar a ex-deputada federal Carla Zambelli pelos crimes de coação no curso do processo e obstrução de investigação. A decisão foi tomada após a Procuradoria-Geral da República (PGR) entregar seu parecer, concluindo que não há provas suficientes para embasar uma denúncia contra Zambelli.
A investigação começou em junho do ano passado, quando Carla Zambelli afirmou durante entrevista que pretendia permanecer nos Estados Unidos e pedir asilo político ao governo de Donald Trump. No entanto, a parlamentar foi presa em Roma na época seguinte à fuga para tentar escapar do cumprimento de um mandado de prisão emitido pelo ministro Alexandre.
A história começa quando Zambelli deixou o Brasil após ser condenada por invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2023. Ela foi acusada de ter sido a autora intelectual da invasão, que resultou na emissão de um mandato falso para prisão contra Alexandre de Moraes. O hackeamento foi realizado por Walter Delgatti, que também foi condenado e confirmou o trabalho feito sob ordens da parlamentar.
Com a saída do Brasil em busca de asilo político no exterior, Zambelli tentava se livrar das consequências legais dentro do país. O governo brasileiro solicitou sua extradição para o Brasil, mas ainda não há uma decisão final sobre esse processo que será tomada pela Justiça italiana nas próximas semanas.
A determinação de Alexandre de Moraes encerra a investigação aberta contra Carla Zambelli e significa um ponto importante na saga da parlamentar envolvida em diversos escândalos políticos.
A investigação começou em junho do ano passado, quando Carla Zambelli afirmou durante entrevista que pretendia permanecer nos Estados Unidos e pedir asilo político ao governo de Donald Trump. No entanto, a parlamentar foi presa em Roma na época seguinte à fuga para tentar escapar do cumprimento de um mandado de prisão emitido pelo ministro Alexandre.
A história começa quando Zambelli deixou o Brasil após ser condenada por invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2023. Ela foi acusada de ter sido a autora intelectual da invasão, que resultou na emissão de um mandato falso para prisão contra Alexandre de Moraes. O hackeamento foi realizado por Walter Delgatti, que também foi condenado e confirmou o trabalho feito sob ordens da parlamentar.
Com a saída do Brasil em busca de asilo político no exterior, Zambelli tentava se livrar das consequências legais dentro do país. O governo brasileiro solicitou sua extradição para o Brasil, mas ainda não há uma decisão final sobre esse processo que será tomada pela Justiça italiana nas próximas semanas.
A determinação de Alexandre de Moraes encerra a investigação aberta contra Carla Zambelli e significa um ponto importante na saga da parlamentar envolvida em diversos escândalos políticos.