Ministro do STF explica posição como sócio em empresa envolvida no inquérito sobre Master
O ministro do STF Dias Toffoli divulgou nota explicando sua situação como sócio da Maridt, empresa que vendeu participação no resort Tayaya. A venda foi feita em duas etapas: parte para o fundo Arllen e outra parte para PHD Holding. O ministro afirmou não ter relação com Daniel Vorcaro e nunca receber valor de nenhum dos investigados ou seus familiares
Toffoli explica sociedade em empresa que vendeu participação no resort Tayaya, objeto de inquérito sobre Master.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, divulgou uma nota na manhã desta quinta-feira para esclarecer sua situação como sócio da Maridt, empresa familiar que vendeu participação no resort Tayaya ao fundos ligados a Daniel Vorcaro. Esse é o mesmo investigado pelo inquérito do STF sobre as fraudes financeiras na Master.
A nota explica que Toffoli pode integrar quadro societário de empresas e receber dividendos, desde que não pratique atos de gestão como administrador. O ministro afirma ainda que a participação da Maridt no Tayaya foi vendida em duas etapas: parte para o fundo Arllen, em setembro do ano passado, e outra parte para PHD Holding, em fevereiro deste ano.
A nota também destaca que Toffoli não tem relação com Daniel Vorcaro. O ministro esclarece ainda que nunca recebeu valor de nenhum dos investigados ou seus familiares. Esse é o primeiro movimento da Maridt no caso Tayaya, cuja venda foi declarada à Receita Federal.
O relatório da Polícia Federal (PF) sobre a possível suspeição do ministro Toffoli em relação ao inquérito Master foi entregue na semana passada ao presidente do Supremo. O documento menciona conversas entre Daniel Vorcaro e seu cunhado, Fábio Zettel.
O gabinete de Toffoli já havia emitido nota anteriormente afirmando que o pedido da PF trata de ilações e não tem legitimidade para pedir a suspeição dos magistrados. O ministro deve enviar as explicações ao presidente do Supremo, Edson Fachin.
A situação de Toffoli é objeto de questionamentos desde que foi revelada uma viagem feita por ele em um jatinho particular com o advogado de um investigado no final do ano passado. Decisões atípicas tomadas pelo ministro também lançaram dúvidas sobre sua condução ao caso Master.
Agora, a venda da participação da família Toffoli no Tayaya para fundos ligados a Vorcaro é objeto de questionamentos adicionais.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, divulgou uma nota na manhã desta quinta-feira para esclarecer sua situação como sócio da Maridt, empresa familiar que vendeu participação no resort Tayaya ao fundos ligados a Daniel Vorcaro. Esse é o mesmo investigado pelo inquérito do STF sobre as fraudes financeiras na Master.
A nota explica que Toffoli pode integrar quadro societário de empresas e receber dividendos, desde que não pratique atos de gestão como administrador. O ministro afirma ainda que a participação da Maridt no Tayaya foi vendida em duas etapas: parte para o fundo Arllen, em setembro do ano passado, e outra parte para PHD Holding, em fevereiro deste ano.
A nota também destaca que Toffoli não tem relação com Daniel Vorcaro. O ministro esclarece ainda que nunca recebeu valor de nenhum dos investigados ou seus familiares. Esse é o primeiro movimento da Maridt no caso Tayaya, cuja venda foi declarada à Receita Federal.
O relatório da Polícia Federal (PF) sobre a possível suspeição do ministro Toffoli em relação ao inquérito Master foi entregue na semana passada ao presidente do Supremo. O documento menciona conversas entre Daniel Vorcaro e seu cunhado, Fábio Zettel.
O gabinete de Toffoli já havia emitido nota anteriormente afirmando que o pedido da PF trata de ilações e não tem legitimidade para pedir a suspeição dos magistrados. O ministro deve enviar as explicações ao presidente do Supremo, Edson Fachin.
A situação de Toffoli é objeto de questionamentos desde que foi revelada uma viagem feita por ele em um jatinho particular com o advogado de um investigado no final do ano passado. Decisões atípicas tomadas pelo ministro também lançaram dúvidas sobre sua condução ao caso Master.
Agora, a venda da participação da família Toffoli no Tayaya para fundos ligados a Vorcaro é objeto de questionamentos adicionais.