Ministro do STJ apresenta atestado médico após denúncias de importunação sexual contra ele
Ministro do STJ, Marco Buzzi, pediu afastamento por 90 dias após ser acusado de importunação sexual. Ele apresentou atestado médico para tratamento psiquátrico e descanso. A investigação sobre as acusações segue em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF) e STJ, que também iniciou uma sindicância
Ministro do STJ apresenta atestado médico para afastamento por 90 dias após acusação de importunação sexual
O ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), solicitou um afastamento de 90 dias da magistratura alegando motivos psiquátricos. A decisão foi tomada após o ministros ter apresentado um atestado médico com recomendação de tratamento e descanso.
A medida ocorre em meio a uma investigação sobre acusações de importunação sexual feitas contra Buzzi por duas jovens, incluindo uma filha de amigos do magistrado. A primeira denúncia foi registrada na semana passada, enquanto a segunda foi confirmada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ontem.
A investigação criminal também foi aberta no Supremo Tribunal Federal (STF), onde Buzzi possui prerrogativa de foro em razão do cargo. O STJ, por sua vez, iniciou uma sindicância para apurar o caso e confirmar as informações prestadas pela Polícia Civil.
Em carta enviada aos colegas ministros do STJ ontem, Buzzi defendeu sua inocência e pediu cautela na apreciação das acusações. Ele destacou sua trajetória pessoal e profissional ilibada, seu casamento feliz de 45 anos e a coesão da família ao seu lado.
A segunda reunião extraordinária do STJ para discutir o caso está marcada para hoje à tarde, às portas fechadas. O resultado das discussões pode ter consequências importantes sobre a carreira de Buzzi no tribunal.
O episódio tem gerado grande impacto e desgaste na Corte, com muitos questionando como um magistrado poderia se envolver em tal situação e por que ele não foi denunciado antes. A investigação técnica prometida pelo ministro pode ser crucial para esclarecer os fatos.
Com a apresentação do atestado médico, Buzzi busca proteger sua saúde mental e emocional enquanto enfrenta as acusações. O caso continua a gerar controvérsia e debate sobre o comportamento dos magistrados e como lidam com situações de importunação sexual.
O ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), solicitou um afastamento de 90 dias da magistratura alegando motivos psiquátricos. A decisão foi tomada após o ministros ter apresentado um atestado médico com recomendação de tratamento e descanso.
A medida ocorre em meio a uma investigação sobre acusações de importunação sexual feitas contra Buzzi por duas jovens, incluindo uma filha de amigos do magistrado. A primeira denúncia foi registrada na semana passada, enquanto a segunda foi confirmada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ontem.
A investigação criminal também foi aberta no Supremo Tribunal Federal (STF), onde Buzzi possui prerrogativa de foro em razão do cargo. O STJ, por sua vez, iniciou uma sindicância para apurar o caso e confirmar as informações prestadas pela Polícia Civil.
Em carta enviada aos colegas ministros do STJ ontem, Buzzi defendeu sua inocência e pediu cautela na apreciação das acusações. Ele destacou sua trajetória pessoal e profissional ilibada, seu casamento feliz de 45 anos e a coesão da família ao seu lado.
A segunda reunião extraordinária do STJ para discutir o caso está marcada para hoje à tarde, às portas fechadas. O resultado das discussões pode ter consequências importantes sobre a carreira de Buzzi no tribunal.
O episódio tem gerado grande impacto e desgaste na Corte, com muitos questionando como um magistrado poderia se envolver em tal situação e por que ele não foi denunciado antes. A investigação técnica prometida pelo ministro pode ser crucial para esclarecer os fatos.
Com a apresentação do atestado médico, Buzzi busca proteger sua saúde mental e emocional enquanto enfrenta as acusações. O caso continua a gerar controvérsia e debate sobre o comportamento dos magistrados e como lidam com situações de importunação sexual.