Justiça

Operação contra o crime organizado em 19 estados bloqueia bens de mais de 508 milhões

16 de Setembro de 2026 às 09:49 2 min de leitura

As Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado realizam operação em 19 estados contra tráfico de armas, drogas e lavagem de dinheiro. A ação cumpre 173 mandados de busca e apreensão e bloqueia bens superiores a R$ 508 milhões. A ofensiva é coordenada pela Polícia Federal com apoio de diversas forças de segurança

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As Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs) deflagraram, nesta quarta-feira (16), uma operação coordenada em 19 estados para desarticular grupos criminosos. As ações focam em investigações sobre lavagem de dinheiro, tráfico de armas, tráfico de drogas e a atuação de organizações violentas.

O impacto financeiro da operação é expressivo, com decisões judiciais que determinaram o sequestro, bloqueio e restrições patrimoniais de bens que ultrapassam R$ 508 milhões. As medidas abrangem a apreensão de ativos financeiros, veículos e imóveis ligados aos investigados.

Focos regionais e crimes investigados

Entre as frentes de atuação, destacam-se as seguintes intervenções:

  • Tocantins: Ação voltada ao combate à lavagem de dinheiro e ao tráfico de entorpecentes, resultando no bloqueio de R$ 412,5 milhões em bens.
  • Paraíba: Operação direcionada a suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas e lavagem de capitais.
  • Amazonas: A Polícia Federal conduz apurações sobre possíveis fraudes em contratos públicos.

Além das restrições financeiras, a ofensiva cumpre 173 mandados de busca e apreensão e efetua prisões em todo o território nacional.

Estrutura das FICCOs

As FICCOs atuam como forças-tarefas sob a coordenação da Polícia Federal, integrando diversos braços da segurança pública. A estrutura envolve a colaboração de polícias civis, militares e penais, além de guardas municipais e a Polícia Rodoviária Federal. O grupo conta ainda com o suporte da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e de secretarias estaduais de Segurança Pública.

Com informações de G1

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