Justiça

PF prende ex-secretário de Polícia Civil e deputado eleito em operação contra lavagem de dinheiro

15 de Outubro de 2026 às 09:00 2 min de leitura

A Polícia Federal prendeu preventivamente seis pessoas, incluindo Marcus Amim e Márcio Canella, na oitava fase da Operação Unha e Carne. A ação contra lavagem de dinheiro em postos de combustíveis suspendeu as atividades de 112 empresas e executou 16 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro

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PF prende ex-secretário de Polícia Civil e deputado eleito em operação contra lavagem de dinheiro
© POLÍCIA FEDERAL/DIVULGAÇÃO

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (15), a oitava fase da Operação Unha e Carne, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa armada especializada em lavagem de dinheiro por meio de postos de combustíveis. A ação resultou na prisão preventiva de seis pessoas, incluindo o ex-secretário de Polícia Civil, Marcus Amim, e o deputado estadual eleito e ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella.

Medidas judiciais e alvos

Além das prisões, a Justiça determinou a execução de 16 mandados de busca e apreensão, além do sequestro de valores e bens. A operação impacta a atividade econômica de 112 empresas suspeitas de integrar a estrutura de lavagem de capitais, que tiveram suas atividades suspensas. As diligências ocorrem no Rio de Janeiro e em outros seis municípios fluminenses, contando com o suporte da Corregedoria da Polícia Civil.

Crimes investigados

O grupo é acusado de operar um esquema que envolve a formação de cartel e a venda ilegal de combustíveis. O rol de crimes imputados aos envolvidos abrange:

  • Corrupção ativa e passiva;
  • Violação de sigilo funcional;
  • Lavagem de dinheiro;
  • Organização criminosa armada.

As autoridades indicam que novas tipificações criminais podem ser adicionadas ao processo conforme o avanço das investigações.

Histórico da operação

Esta etapa é a oitava de uma série de ações da Operação Unha e Carne. Tanto Márcio Canella quanto Marcus Amim já haviam sido alvos da sexta fase da investigação, ocorrida em julho deste ano, ocasião em que Canella foi preso.

Com informações de Agência Brasil

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