Justiça

Polícia Federal desmantela rede criminosa que abastece garimpos ilegais na Terra Indígena Sararé com 4 milhões de litros de diesel

24 de Fevereiro de 2026 às 15:21

Operação da Polícia Federal desmantelou rede criminosa que abastecia garimpos ilegais na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. A investigação apurou que a organização adquiriu mais de 4 milhões de litros de diesel nos últimos 21 meses. Foram cumpridos mandados de prisão e buscas nas cidades de Pontes e Lacerda, Vila Bela da Santíssima Trindade e Aripuanã

Operação da Polícia Federal desmantela rede criminosa que abastece garimpos ilegais na Terra Indígena Sararé

A operação policial realizada pela Polícia Federal, nesta terça-feira (24), visava combater a comercialização de combustível para o abastecimento de garimpos ilegais na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. A investigação apurou que uma organização criminosa adquiriu mais de 4 milhões de litros de diesel nos últimos 21 meses.

As equipes policiais cumpriram mandados de prisão preventivas e buscas e apreensão em endereços dos líderes da organização criminosa, localizados nos municípios de Pontes e Lacerda, Vila Bela da Santíssima Trindade e Aripuanã. As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Cáceres.

A investigação começou com a fiscalização realizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), contando com o apoio logístico e de segurança da PF e da Funai. A operação abrangeu postos de abastecimento legalizados nos municípios de Conquista d’Oeste e Pontes e Lacerda, além de fazendas que possuíam reservatórios de combustíveis.

A ação policial demonstra o compromisso do governo em combater as atividades ilegais que ameaçam a soberania indígena na região. A comercialização de combustível para garimpos é uma prática antiga, mas os números apurados pela investigação são alarmantes: mais de 4 milhões de litros de diesel nos últimos 21 meses.

A operação da PF mostra que a luta contra as atividades ilegais não pára. Com base nas informações coletadas durante a fiscalização e com o apoio das agências reguladoras, os policiais trabalham incansavelmente para desmantelar essas redes criminosas e proteger os direitos dos povos indígenas.

A investigação continua em andamento, mas já é possível perceber que essa operação policial foi um passo importante na luta contra a exploração ilegal de recursos naturais. Ainda falta muito trabalho para garantir o pleno cumprimento da lei e proteger os territórios indígenas.

A participação ativa das agências reguladoras, como ANP e Funai, foi fundamental nessa operação policial. O apoio logístico e de segurança proporcionou uma maior ef.

Com informações de Agência Brasil

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