Policiais PMs a serem julgados pelo assassinato do delator Vinicius Gritzbach em junho
A Justiça de São Paulo marcou julgamento em junho para os policiais militares Denis Martins, Ruan Rodrigues e Fernando Genauro pelos crimes do assassinato do delator Vinicius Gritzbach no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Eles responderão a acusações como executor do crime perante o júri popular. A investigação foi concluída em março pela Polícia Civil, que indiciou seis pessoas pelo assassinato
Justiça de São Paulo marca julgamento de policiais por assassinato do delator Vinicius Gritzbach, ocorrido no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Os três PMs presos vão enfrentar o júri popular e responder a acusações como executor do crime.
A Justiça marcou para junho o julgamento dos policiais militares Denis Martins, Ruan Rodrigues e Fernando Genauro por assassinato no Aeroporto Internacional de Guarulhos. O Tribunal do Júri tem competência exclusiva para julgar crimes dolosos contra a vida, como este caso.
O empresário Vinicius Gritzbach era réu em um processo por homicídio e estava acusado de envolvimento com o PCC quando foi assassinado no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Ele havia assinado uma delação premiada antes do crime, entregando nomes ligados ao grupo criminoso.
A Polícia Civil concluiu a investigação em março passado e indiciou seis pessoas pelo assassinato: três líderes do PCC, dois informantes e um policial militar. Os três policiais presos agora vão enfrentar o júri popular e responder por suas acusações.
O Ministério Público denunciou os seis indiciados por envolvimento no crime. O inquérito apontou que a motivação do assassinato foi devido à delação premiada feita pelo empresário, que havia entregado nomes ligados ao grupo criminoso.
A defesa dos três PMs informa que atendeu às determinações do juiz para indicar as testemunhas a ser ouvidas em plenário. O julgamento marcará um momento importante na Justiça de São Paulo, com sete jurados escolhidos entre a população geral decidindo se os réus são inocentes ou culpados pelo crime.
O caso envolveu uma investigação complexa e levou à denúncia do Ministério Público contra seis pessoas. Agora, três policiais presos vão enfrentar o júri popular para responder por suas acusações no assassinato de Vinicius Gritzbach.
A Justiça marcou para junho o julgamento dos policiais militares Denis Martins, Ruan Rodrigues e Fernando Genauro por assassinato no Aeroporto Internacional de Guarulhos. O Tribunal do Júri tem competência exclusiva para julgar crimes dolosos contra a vida, como este caso.
O empresário Vinicius Gritzbach era réu em um processo por homicídio e estava acusado de envolvimento com o PCC quando foi assassinado no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Ele havia assinado uma delação premiada antes do crime, entregando nomes ligados ao grupo criminoso.
A Polícia Civil concluiu a investigação em março passado e indiciou seis pessoas pelo assassinato: três líderes do PCC, dois informantes e um policial militar. Os três policiais presos agora vão enfrentar o júri popular e responder por suas acusações.
O Ministério Público denunciou os seis indiciados por envolvimento no crime. O inquérito apontou que a motivação do assassinato foi devido à delação premiada feita pelo empresário, que havia entregado nomes ligados ao grupo criminoso.
A defesa dos três PMs informa que atendeu às determinações do juiz para indicar as testemunhas a ser ouvidas em plenário. O julgamento marcará um momento importante na Justiça de São Paulo, com sete jurados escolhidos entre a população geral decidindo se os réus são inocentes ou culpados pelo crime.
O caso envolveu uma investigação complexa e levou à denúncia do Ministério Público contra seis pessoas. Agora, três policiais presos vão enfrentar o júri popular para responder por suas acusações no assassinato de Vinicius Gritzbach.