Justiça

Prazo da Sindicância Interna Contra Ministro é Prorrogado até 14 de Abril

07 de Março de 2026 às 12:42

O Superior Tribunal de Justiça adiou o prazo para conclusão da sindicância contra ministro Marco Aurélio Buzzi, suspeito de importunação sexual. A investigação será concluída em 14 de abril, após pedido de prorrogação da comissão responsável pelo caso. O ministro foi afastado cautelarmente do tribunal por integrar um superior

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) adiou o prazo para a conclusão da sindicância interna contra o ministro Marco Aurélio Buzzi, suspeito de importunação sexual. A investigação foi aberta em 4 de fevereiro e inicialmente deveria ser concluída na próxima terça-feira (10). No entanto, a comissão responsável pelo caso solicitou prorrogação do prazo para dar continuidade aos trabalhos.

A sindicância interna é apenas uma das três investigações em andamento contra Buzzi. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apura possíveis infrações disciplinares e consequências administrativas, enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Nunes Marques, analisa a vertente criminal do caso.

Buzzi foi afastado cautelarmente do tribunal por integrar um superior. O magistrado negou as acusações em nota divulgada após o início das investigações e afirmou que não cometeu ato impróprio. A sindicância interna busca esclarecer fatos ocorridos em janeiro deste ano, na cidade de Balneário Camboriú (SC).

A prorrogação do prazo para a conclusão da sindicância interna foi solicitada pela comissão responsável pelo caso e agora o relatório final será apresentado no dia 14 de abril. O ministro Buzzi tem foro por prerrogativa de função perante o Supremo Tribunal Federal, tornando-o um dos principais alvos das investigações em andamento.

As acusações contra Buzzi são graves e envolvem possíveis infrações disciplinares e consequências administrativas. O caso tramita nas instâncias mais altas do sistema judiciário brasileiro, demonstrando a complexidade da situação e o grau de importância que as investigações têm alcançado.

A sindicância interna é apenas uma das três investigações em andamento contra Buzzi, mas ela tem um papel crucial no processo. A comissão responsável pelo caso buscou prorrogação do prazo para dar continuidade aos trabalhos e agora o relatório final será apresentado no dia 14 de abril.

O ministro Buzzi foi afastado cautelarmente do tribunal por integrar um superior, mas ele negou as acusações em nota divulgada após o início das investigações. A sindicância interna busca esclarecer fatos ocorridos em janeiro deste ano, na cidade de Balneário Camboriú (SC).

A prorrogação do prazo para a conclusão da sindicância interna foi solicitada pela comissão responsável pelo caso e agora.

Com informações de Agência Brasil

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