Presidente da Unafisco é ouvido como investigado por críticas a operação da PF
O presidente da Unafisco, Kleber Cabral, foi ouvido pela Polícia Federal como investigado sobre críticas feitas a operação realizada contra servidores da Receita Federal. A medida decorreu de declarações do presidente à imprensa após buscas e apreensões em ministros do STF e seus familiares. A investigação, iniciada em 2019, ainda não tem previsão de conclusão
Presidente da Unafisco é ouvido na condição de investigado no Inquérito das Fake News.
O presidente da Associação Nacional dos Auditores da Receita Federal (Unafisco), Kleber Cabral, foi chamado a prestar depoimento à Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira. A medida decorreu do fato de ele ter dado entrevistas à imprensa para criticar uma operação realizada pela PF na última terça-feira.
Na ocasião, os servidores da Receita Federal foram alvo das buscas e apreensões que buscavam desvendar o acesso ilegal a informações de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e seus parentes. O ministro Alexandre de Moraes determinou as medidas cautelares, como monitoramento por tornozeleira eletrônica e cancelamento de passaportes.
A Receita Federal afirmou que a operação da PF se baseou em informações fornecidas pelo próprio órgão. O depoimento do presidente da Unafisco foi determinado após as críticas feitas por Cabral à operação, o que gerou controvérsia sobre os procedimentos adotados pela Polícia Federal.
A investigação está sendo conduzida desde 2019 e ainda não há previsão de conclusão. A atuação da PF na ocasião foi objeto de críticas por parte do presidente da Unafisco, o que gerou controvérsia sobre os procedimentos adotados pela Polícia Federal.
A investigação está sendo conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes e inclui medidas cautelares para garantir a integridade das evidências. A atuação da PF na ocasião foi objeto de críticas por parte do presidente da Unafisco, o que gerou controvérsia sobre os procedimentos adotados pela Polícia Federal.
A Receita Federal afirmou que as buscas e apreensões realizadas foram baseadas em informações fornecidas pelo próprio órgão. A investigação está sendo conduzida desde 2019 e ainda não há previsão de conclusão.