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Aprovação de Donald Trump sobe para 32% em nova pesquisa da Reuters/Ipsos

26 de Outubro de 2026 às 19:20 2 min de leitura

A aprovação de Donald Trump subiu para 32%, segundo a pesquisa Reuters/Ipsos. Para as eleições legislativas, o Partido Democrata lidera com 47% das intenções de voto contra 36% dos republicanos. O levantamento ouviu 1.679 adultos americanos com margem de erro de dois pontos percentuais

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A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, registrou uma leve oscilação, subindo para 32% nesta segunda-feira (26), conforme dados da pesquisa Reuters/Ipsos. O índice representa um aumento de um ponto percentual em relação à semana anterior, quando o governo atingiu seu nível mais baixo de aceitação, com 31% de aprovação e 66% de desaprovação.

O levantamento ocorre em um momento estratégico, antecedendo as eleições legislativas de 3 de novembro, as chamadas midterms. O pleito definirá a composição do Congresso dos Estados Unidos, onde o Partido Republicano busca preservar a maioria tanto no Senado quanto na Câmara dos Representantes.

Intenções de voto para o Congresso

O cenário atual indica uma vantagem para o Partido Democrata, preferido por 47% dos eleitores registrados, enquanto os republicanos detêm 36% das intenções de voto. Outros 11% dos entrevistados declararam indecisão.

Embora os democratas mantenham a liderança, a diferença entre as duas legendas diminuiu um ponto percentual comparado ao levantamento encerrado em 19 de outubro. Quando a análise exclui os indecisos, a vantagem democrata cai para nove pontos, com 50% de preferência contra 41% dos republicanos.

Metodologia e histórico

A pesquisa foi conduzida via internet com 1.679 adultos americanos, dos quais 1.280 são eleitores registrados, apresentando uma margem de erro de dois pontos percentuais.

Em dados coletados na semana anterior, a disparidade entre as forças políticas era ainda mais acentuada: os democratas lideravam com 47% contra 35% dos republicanos, configurando a maior diferença de 12 pontos percentuais registrada desde o início deste ciclo eleitoral.

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