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EUA divulgam imagens de caça F-16 abatendo fenômeno anômalo não identificado sobre o Lago Huron

22 de Maio de 2026 às 15:04

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou imagens de um caça F-16 abatendo um fenômeno anômalo não identificado no Lago Huron em 12 de fevereiro de 2023. A publicação faz parte de um lote de 222 arquivos sobre UAPs, que inclui relatórios de avistamentos entre 1948 e 1950 e relatos da missão Apollo 12

EUA divulgam imagens de caça F-16 abatendo fenômeno anômalo não identificado sobre o Lago Huron
Departamento de Guerra dos EUA

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou, nesta sexta-feira (22), imagens de um caça F-16 da Força Aérea abatendo um fenômeno anômalo não identificado (UAP) em 12 de fevereiro de 2023. O incidente ocorreu sobre o Lago Huron, região de fronteira entre os Estados Unidos e o Canadá, e foi registrado por um sensor infravermelho de uma aeronave militar sob o comando da América do Norte.

A liberação do vídeo integra um novo lote de 222 arquivos sobre UAPs, termo oficialmente adotado pelo governo americano em substituição a OVNI para designar objetos de origem e explicação desconhecidas, sem que isso implique necessariamente a existência de vida extraterrestre. Entre os documentos publicados nesta data, destaca-se um relatório de 116 páginas detalhando 209 avistamentos de bolas de fogo, discos e orbes verdes ocorridos entre 1948 e 1950 nas proximidades de uma base militar ultrassecreta em Sandia, no Novo México.

Os arquivos também trazem relatos da missão Apollo 12, na qual os astronautas Alan L. Bean, Richard “Dick” Gordon e o comandante Charles “Pete” Conrad descreveram a observação de rastros luminosos ou flashes enquanto descansavam no escuro.

Esta movimentação sucede a criação, em 8 de maio, do portal WAR.GOV/UFO, destinado a hospedar materiais sobre o tema por determinação do presidente Donald Trump. Em fevereiro, Trump já havia ordenado a publicação de documentos federais relativos a fenômenos aéreos não identificados e vida alienígena.

O processo de abertura desses arquivos, iniciado ainda na década de 1970, é defendido pelo Departamento de Guerra como uma medida de transparência sem precedentes da gestão atual, contrastando com administrações anteriores que, segundo o órgão, teriam tentado desestimular e descredibilizar o interesse do público americano no assunto. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, pontuou que a divulgação de fotos, vídeos e documentos visa encerrar as especulações prolongadas sobre esses fenômenos.

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