Narges Mohammadi Recebe Oitava Sentença em Luta Contra Pena de Morte no Irã
Narges Mohammadi, Prêmio Nobel da Paz em 2023, foi condenada mais uma vez pelo governo iraniano. É sua oitava sentença em apenas 25 anos de luta contra a pena de morte e leis rígidas que restringem os direitos das mulheres no país. A ativista está atualmente em greve de fome há uma semana, sem contato com seus filhos desde 2015
A ativista iraniana Narges Mohammadi, Prêmio Nobel da Paz em 2023, enfrenta mais uma condenação pelo regime de Teerã. É sua oitava sentença em apenas 25 anos de luta contra a pena de morte no país e contra as leis rígidas que restringem os direitos das mulheres.
A notícia da nova condenação foi confirmada por seu advogado, Mostafa Nili, que também esclareceu sobre o processo anterior. Em 2022, Mohammadi havia sido condenada a 18 meses de prisão e dois anos de exílio em Khosf, cidade localizada no leste do país.
De acordo com as leis iranianas, as penas não podem ser cumpridas consecutivamente. A última sentença é passível de recurso, o que significa que ainda há esperança para Mohammadi e sua família.
A saúde debilitada da ativista tem sido um dos principais motivos pelos quais ela foi liberada anteriormente. Em dezembro de 2024, por exemplo, ela foi libertada por três semanas após sofrer uma cirurgia para remover um tumor e realizar um enxerto ósseo.
Narges Mohammadi está atualmente em greve de fome há uma semana, como parte das muitas ações que realizou ao longo dos anos. Ela reivindica o direito de fazer um telefonema, ter acesso aos advogados no Irã e receber visitas, segundo a advogada Chirinne Ardakani.
A pressão sobre a família da ativista também é uma preocupação séria. Em janeiro deste ano, Narges denunciou que as autoridades de Teerã haviam realizado uma operação de pressão na casa do seu irmão em Mashhad, invadindo e realizando buscas.
A falta de contato com a família é outro problema grave para Mohammadi. Ela não vê seus dois filhos desde 2015 e as últimas chamadas telefônicas foram feitas há apenas duas semanas.
A última década da vida de Narges foi passada atrás das grades, mas ela nunca se manteve em silêncio. A ativista organizou protestos no pátio da prisão e realizou greves de fome ao longo dos anos, mesmo diante do risco à sua própria vida.
A detenção de Mohammadi tem sido marcada por espancamentos e negação de assistência médica, o que colocou a vida dela em grave perigo. Seu companheiro, Pouran Nazemi, também está na prisão e seu estado físico é considerado alarmante.
A luta de Narges Mohammadi pela justiça e pelos direitos humanos no Irã continua, apesar das dificuldades enfrentadas pelo regime de Teerã. A comunidade internacional deve continuar a pressionar por sua liberdade e proteção dos seus direitos básicos.
A notícia da nova condenação foi confirmada por seu advogado, Mostafa Nili, que também esclareceu sobre o processo anterior. Em 2022, Mohammadi havia sido condenada a 18 meses de prisão e dois anos de exílio em Khosf, cidade localizada no leste do país.
De acordo com as leis iranianas, as penas não podem ser cumpridas consecutivamente. A última sentença é passível de recurso, o que significa que ainda há esperança para Mohammadi e sua família.
A saúde debilitada da ativista tem sido um dos principais motivos pelos quais ela foi liberada anteriormente. Em dezembro de 2024, por exemplo, ela foi libertada por três semanas após sofrer uma cirurgia para remover um tumor e realizar um enxerto ósseo.
Narges Mohammadi está atualmente em greve de fome há uma semana, como parte das muitas ações que realizou ao longo dos anos. Ela reivindica o direito de fazer um telefonema, ter acesso aos advogados no Irã e receber visitas, segundo a advogada Chirinne Ardakani.
A pressão sobre a família da ativista também é uma preocupação séria. Em janeiro deste ano, Narges denunciou que as autoridades de Teerã haviam realizado uma operação de pressão na casa do seu irmão em Mashhad, invadindo e realizando buscas.
A falta de contato com a família é outro problema grave para Mohammadi. Ela não vê seus dois filhos desde 2015 e as últimas chamadas telefônicas foram feitas há apenas duas semanas.
A última década da vida de Narges foi passada atrás das grades, mas ela nunca se manteve em silêncio. A ativista organizou protestos no pátio da prisão e realizou greves de fome ao longo dos anos, mesmo diante do risco à sua própria vida.
A detenção de Mohammadi tem sido marcada por espancamentos e negação de assistência médica, o que colocou a vida dela em grave perigo. Seu companheiro, Pouran Nazemi, também está na prisão e seu estado físico é considerado alarmante.
A luta de Narges Mohammadi pela justiça e pelos direitos humanos no Irã continua, apesar das dificuldades enfrentadas pelo regime de Teerã. A comunidade internacional deve continuar a pressionar por sua liberdade e proteção dos seus direitos básicos.