Política

Alexandre de Moraes autoriza irmã de Michelle Bolsonaro a prestar assistência a Jair Bolsonaro

02 de Agosto de 2026 às 12:01

O ministro Alexandre de Moraes autorizou que Geovanna Kathleen Ferreira Lima permaneça na residência de Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar humanitária. A medida excepcional permite que a irmã de Michelle Bolsonaro preste assistência ao ex-presidente e à filha enquanto a ex-primeira-dama realiza exames médicos

Alexandre de Moraes autoriza irmã de Michelle Bolsonaro a prestar assistência a Jair Bolsonaro
Instagram/Reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a permanência de Geovanna Kathleen Ferreira Lima na residência onde o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária. A decisão, assinada no sábado (1º), atende a um pedido da defesa para que a irmã de Michelle Bolsonaro preste assistência ao ex-mandatário e à filha do casal.

A medida ocorre devido à necessidade de ausência da ex-primeira-dama para a realização de exames médicos, com a possibilidade de internação. Moraes determinou que a autorização possui caráter excepcional, sendo válida apenas até que Michelle retorne ao domicílio.

Contexto da internação e agenda política

Na noite de sábado, Michelle Bolsonaro utilizou suas redes sociais para compartilhar uma imagem em ambiente hospitalar, agradecendo as orações e o carinho recebidos. A internação foi motivada por uma série de exames para investigar quadros de enxaquecas recorrentes.

Apesar do estado de saúde, a ex-primeira-dama deve participar da convenção do Partido Liberal (PL) neste domingo (2). O evento marca o lançamento de sua candidatura ao Senado Federal pelo Distrito Federal, junto com a candidatura de Bia Kicis.

Histórico da prisão domiciliar

A condição de prisão domiciliar humanitária de Jair Bolsonaro foi estabelecida por Alexandre de Moraes em março de 2026, após o ex-presidente ter sido internado para tratar uma broncopneumonia. A decisão original previa um prazo de 90 dias após a alta hospitalar, porém a medida foi mantida posteriormente pelo ministro.

Com informações de G1

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