Política

Campanha de Flávio Bolsonaro complementa informações sobre canais digitais na Justiça Eleitoral

13 de Outubro de 2026 às 18:33 2 min de leitura

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) complementou informações sobre seus canais digitais na Justiça Eleitoral nesta terça-feira (13). Simultaneamente, a campanha do presidente Lula registrou o canal de WhatsApp Exército do Lula para cumprir determinação do TSE. O ministro Kássio Nunes Marques autorizou a retomada das atividades da ferramenta após 48 horas

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A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) protocolou, nesta terça-feira (13), na Justiça Eleitoral, a complementação de informações referentes aos seus canais de comunicação digital. A medida, classificada pela equipe do candidato como uma ação de cautela, visa sanar eventuais dúvidas sobre a observância das normas eleitorais.

Entre os endereços eletrônicos já registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está o site tropadoflavio.com.br. A campanha destaca que o canal Tropa do Flávio, que conta com um milhão de inscritos, funciona como um espaço de engajamento voluntário de apoiadores da candidatura.

Regularização de canais digitais

A movimentação ocorre paralelamente à regularização do canal de WhatsApp Exército do Lula, ferramenta utilizada para a distribuição de orientações, vídeos e áudios para a base de apoio do presidente Lula. Administrado pelo deputado André Janones (Rede-MG), o canal possui mais de 4 milhões de inscritos e foi alvo de disputas judiciais durante o segundo turno das eleições.

A equipe de Flávio Bolsonaro havia questionado a legalidade da ferramenta, sob a alegação de que o canal propagava desinformação. O impasse jurídico, marcado por decisões divergentes na cúpula da Justiça Eleitoral, culminou em uma determinação do presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques. O magistrado ordenou a suspensão das atividades do canal até que houvesse a sua formalização.

Decisões do TSE

Em resposta à ordem judicial, a campanha do presidente Lula efetuou o registro do canal nesta terça-feira. Com a regularização, o ministro Nunes Marques informou que a ferramenta poderá retomar suas atividades após um prazo de 48 horas.

A defesa do presidente Lula esclareceu ao tribunal que o registro foi realizado exclusivamente para cumprir a determinação do TSE. A equipe jurídica ressaltou que a medida não implica na assunção da administração do canal, nem no reconhecimento de que a ferramenta integrasse a propaganda eleitoral oficial, reiterando que a gestão é de responsabilidade de Janones e não está sob supervisão direta da campanha.

Com informações de G1

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