Política

Diretor-geral da Polícia Federal defende autonomia da corporação durante formatura de novos agentes em Brasília

28 de Agosto de 2026 às 12:50 2 min de leitura

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, defendeu a autonomia e a atuação técnica da corporação durante formatura de agentes em Brasília. O presidente Lula determinou que Rodrigues se reúna com o ministro André Mendonça, do STF, para mediar tensões sobre inquéritos e vazamentos. O encontro terá a intermediação do ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva

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Durante a formatura de novos agentes da Polícia Federal em Brasília, nesta sexta-feira (28), o diretor-geral da instituição, Andrei Rodrigues, defendeu a autonomia da corporação. O dirigente afirmou que a gestão atual opera sem vieses políticos, pautando-se por uma atuação técnica e imparcial que visa proteger a instituição de ataques externos.

Rodrigues declarou que a PF trabalha com transparência e foco na missão institucional, guiada pela Constituição e pelas leis. Segundo o diretor, a atuação da polícia é vigorosa e intransigente no combate ao crime organizado, sem a prática de proteger ou perseguir indivíduos.

Articulação institucional e inquéritos no STF

As declarações ocorrem em um cenário de tensão entre a direção da PF e o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Mendonça é o relator de dois inquéritos com alto potencial de impacto político: os casos Dark Horse/Master e INSS/Lulinha.

A relação entre a corporação e o gabinete do ministro do STF é marcada por desconfianças relacionadas ao ritmo das investigações e a ocorrências de vazamentos de informações.

Para mediar a situação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que Andrei Rodrigues procure o ministro André Mendonça. O encontro será intermediado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva.

Com informações de G1

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