Política

Eleições de 2026 definem a composição de dois terços do Senado Federal

20 de Outubro de 2026 às 10:11 3 min de leitura

As eleições de 2026 definiram 54 cadeiras do Senado Federal, com mandatos de oito anos. O processo eleitoral renovou dois terços da Casa, elegendo dois parlamentares por estado e pelo Distrito Federal. Os resultados oficiais foram consolidados pelo TSE

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Eleições de 2026 definem a composição de dois terços do Senado Federal
Arte/g1

As eleições de 2026 definiram a composição de dois terços do Senado Federal, com a disputa de 54 cadeiras — sendo duas por estado e duas pelo Distrito Federal. O processo eleitoral, que permitiu ao eleitor a escolha de dois nomes para o cargo, resultou na eleição de parlamentares para mandatos de oito anos.

Composição por Unidade Federativa

A renovação da Casa reflete a distribuição de forças partidárias em todo o território nacional. No Distrito Federal, as vagas foram preenchidas por Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, ambas do PL. Já em São Paulo, André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP) foram os escolhidos.

No Nordeste, a Bahia elegeu Jaques Wagner e Rui Costa, ambos do PT, enquanto no Ceará as vagas ficaram com Cid Gomes (PSB) e Luizianne (Rede). Em Pernambuco, Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) assumem as cadeiras, e na Paraíba, João Azevêdo (PSB) e Veneziano (MDB) foram eleitos. No Piauí, a representação será de Júlio César O Julim Do Lula (PSD), Marcelo Castro (MDB), Samanda de Lula (PT) e Styvenson Valentim (Podemos). Em Alagoas, Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB) venceram, e em Sergipe, Rogério Carvalho (PT) e Delegado Alessandro (MDB) foram os mais votados.

Na região Norte, o Acre elegeu Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos). No Amazonas, Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB) foram eleitos, enquanto no Amapá as vagas ficaram com Rayssa Furlan (MDB) e Lucas Barreto (PSD). No Pará, Helder Barbalho (MDB) e Chicão (União) assumem as cadeiras, e em Roraima, Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB) foram os vencedores. No Tocantins, Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB) foram eleitos.

No Centro-Oeste, Goiás elegeu Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União). No Mato Grosso, Mauro Mendes (União) e Zé Medeiros (PL) foram os escolhidos, e no Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja e Capitão Contar, ambos do PL, conquistaram as vagas.

No Sul e Sudeste, Minas Gerais elegeu Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT). No Espírito Santo, Evair de Melo (Republicanos) e Renato Casagrande (PSB) foram eleitos. No Paraná, Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) venceram, enquanto em Santa Catarina, Carlos Bolsonaro e Carol de Toni, ambos do PL, foram eleitos. No Rio Grande do Sul, as vagas ficaram com Marcel Van Hattem (Novo) e Sanderson (PL). Por fim, no Maranhão, Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo) foram os eleitos.

Consolidação de Dados

Os resultados oficiais, baseados em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), abrangem não apenas o Senado, mas também as votações para a Presidência da República, governadores, deputados federais e deputados estaduais e distritais. O levantamento consolidado permite a análise do desempenho individual de cada candidato por unidade federativa através de painéis e mapas de votação.

Com informações de G1

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