EUA e Irã intensificam confronto no Oriente Médio, com intervenção da OTAN
O conflito entre Estados Unidos (EUA) e Irã atingiu a sétima dia, com guerra se espalhando para além do Golfo Pérsico. O Irã disparou mísseis contra um petroleiro dos EUA no Estreito do Ormuz, que agora está em chamas. A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) entrou na disputa destruindo um míssil balístico iraniano disparado contra a Turquia
Conflito entre EUA e Irã se alastra para além do Oriente Médio, afetando mercados globais e causando pânico em regiões vizinhas.
O conflito entre os Estados Unidos (EUA) e o Irã entrou na sexta-feira no seu sétimo dia, com a guerra se espalhando para além do Golfo Pérsico. A escalada da tensão militar levou ao aumento de milhões de israelenses que correram para abrigos antiaéreos em Teerã.
O Irã reagiu aos ataques israelenses com mísseis, afirmando ter atingido um petroleiro dos EUA no Estreito do Ormuz. O navio estava em chamas e a passagem pelo estreito agora está sob o controle da República Islâmica.
Em uma declaração à mídia estatal, o general Kioumars Heydari, comandante da Guarda Revolucionária Islâmica, afirmou que o Irã não se importaria em prolongar a guerra. “Decidimos combater os norte-americanos onde quer que estejam”, disse.
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) também entrou na disputa ao destruir um míssil balístico iraniano disparado contra a Turquia, o primeiro envolvimento da aliança em uma guerra no Oriente Médio. A decisão aumentou as chances de expansão do conflito para outros países.
Em Washington, senadores republicanos bloquearam uma moção que visava interromper a campanha aérea dos EUA contra o Irã e exigir autorização do Congresso. Isso deixou amplamente irrestrita a capacidade do presidente Donald Trump de dirigir as operações militares.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse ao seu homólogo israelense que os EUA estavam "com vocês" e que deveriam continuar até o fim. A reação militar não pára em nenhum lugar do mundo.