Flávio Bolsonaro concentra a maioria dos apoios entre candidatos que não avançaram para a segunda etapa
Nove de dez candidatos eliminados da disputa presidencial definiram seus posicionamentos para 25 de outubro. Flávio Bolsonaro (PL) soma quatro apoios, enquanto Lula (PT) possui três. Wilson Grassi (Democrata) é o único que ainda não anunciou sua decisão
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/c/8/A0bTciSd2BoyXHpKF1tQ/montagem-horizontal-1200px-21-.jpg)
Nove dos dez candidatos que não avançaram para a segunda etapa da disputa presidencial já definiram seus posicionamentos para o pleito de 25 de outubro. Atualmente, Flávio Bolsonaro (PL) concentra o maior número de adesões entre os ex-presidenciáveis, contando com quatro apoios, enquanto Lula (PT) soma três declarações de suporte. Apenas Wilson Grassi (Democrata) permanece sem anunciar sua decisão.
Alianças com Flávio Bolsonaro
O candidato do PL consolidou apoios de diferentes espectros políticos ao longo da semana. A primeira adesão ocorreu na segunda-feira (5), com Romeu Zema (NOVO), que justificou a escolha pela oposição ao PT e pela discordância quanto à continuidade da gestão de Lula. Na terça-feira (6), Ronaldo Caiado (PSD) confirmou que participará da campanha por convicção.
No dia 7 de outubro, Clariana Barão (DC) declarou compromisso irrestrito com a candidatura, condicionando seu apoio à manutenção dos direitos das mulheres. Já na quinta-feira (8), Augusto Cury (Avante) formalizou a aliança via chamada de vídeo e assinatura de documento. O escritor vinculou seu voto de confiança à reivindicação de Flávio Bolsonaro pelo fim da reeleição.
Apoios críticos a Lula
A candidatura do PT recebeu o respaldo de três nomes, embora as declarações tenham sido classificadas como apoios críticos e divulgadas por meio de redes sociais. Edmilson Costa (PCB) e a Unidade Popular (UP), representada por Samara Martins, fundamentaram a decisão na necessidade de derrotar a extrema direita e o fascismo, visando a defesa da democracia e da soberania nacional.
No mesmo sentido, Hertz Dias (PSTU) manifestou seu voto no número 13 para enfrentar Bolsonaro, ressaltando, porém, que a decisão não implica em apoio ao governo de Lula.
Outras definições
Além das alianças diretas, dois candidatos adotaram posturas distintas. Rui Costa Pimenta (PCO) orientou seus eleitores a registrarem o voto nulo. Já Renan Santos (Missão) optou por liberar seus apoiadores, permitindo que escolham qualquer um dos candidatos no segundo turno.