Política

Lula afirma em Natal que propostas de Flávio Bolsonaro impactarão a assistência social e educação

10 de Outubro de 2026 às 13:01 2 min de leitura

Em agenda em Natal (RN), o candidato Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que cortes de gastos propostos por Flávio Bolsonaro prejudicariam a educação e a assistência social. O candidato do PL nega a intenção de reduzir verbas sociais e defende a realização de uma reforma administrativa. Lula também convocou a mobilização de eleitores para combater a abstenção no pleito de 25 de outubro

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Durante agenda de campanha no bairro do Alecrim, em Natal (RN), o candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que as propostas de redução de gastos defendidas por Flávio Bolsonaro (PL) impactarão diretamente a assistência social e a educação. Segundo Lula, o plano de cortes do adversário atingiria programas como o Bolsa Família, Farmácia Popular, Pé-de-Meia e o Minha Casa, Minha Vida, além de reduzir verbas destinadas a institutos federais e universidades.

A capital potiguar marca a primeira visita de Lula fora do Distrito Federal neste segundo turno. Na ocasião, o petista utilizou a simbologia da bandeira do Brasil para contrastar sua postura com a de Flávio Bolsonaro, alegando que o candidato do PL prioriza a aliança com os Estados Unidos. Lula declarou que, em caso de vitória, o adversário entregaria recursos minerais brasileiros ao governo de Donald Trump e acusou a administração norte-americana de tentar interferir no processo eleitoral brasileiro.

Divergências sobre a gestão fiscal

Flávio Bolsonaro nega a intenção de cortar verbas de programas sociais. O candidato do PL sustenta que a economia de recursos será viabilizada por meio de uma reforma administrativa, focada no enxugamento da máquina pública e na diminuição de cargos comissionados. No entanto, a viabilidade financeira dessas medidas é alvo de questionamentos técnicos.

Mobilização contra a abstenção

Com foco no dia 25 de outubro, Lula convocou os eleitores a mobilizarem aqueles que não compareceram às urnas no primeiro turno. O apelo ocorre após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrar a maior abstenção desde 1998, com 33 milhões de brasileiros ausentes no pleito realizado no último domingo (4).

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