Moradores de comunidades protestam contra Tarcísio de Freitas e Rogério Lins em Osasco
Moradores de comunidades protestaram contra o governador Tarcísio de Freitas e o ex-prefeito Rogério Lins neste domingo (16), em Osasco. A manifestação ocorreu diante do clube SindMetal durante o lançamento da candidatura de Lins e a primeira atividade pública de Tarcísio. O grupo criticou a segurança pública estadual e a aliança política entre os dois políticos
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Um ato público realizado na manhã deste domingo (16), em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, reuniu moradores de comunidades em protesto contra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o ex-prefeito Rogério Lins (Podemos). A manifestação ocorreu na porta do clube SindMetal, sindicato metalúrgico da cidade, coincidindo com o lançamento da candidatura de Lins ao cargo de deputado estadual e marcando a primeira atividade pública da campanha de Tarcísio.
Para impedir o acesso dos manifestantes ao local do evento, a organização manteve os portões do clube fechados.
Motivações e críticas institucionais
O grupo manifestou insatisfação com a gestão de segurança pública em São Paulo, relacionando a administração estadual ao aumento de homicídios e à violência contra jovens de periferia. Durante o ato, foram hasteadas bandeiras com frases que classificavam o governador como "genocida" e afirmavam que ele não seria bem-vindo na região.
As críticas se estenderam a Rogério Lins, acusado pelos manifestantes de trair a base popular ao firmar aliança política com Tarcísio de Freitas. Elisângela de Souza, corretora da comunidade Santa Rita, afirmou que o movimento representa diversas comunidades e que a indignação decorre do fato de Lins ter se aliado a alguém rejeitado pela população que o elegeu.
Dinâmica do protesto
Embora tenham sido ouvidos ruídos semelhantes a bombas de efeito moral vindos da rua, as informações do próprio movimento indicam que a manifestação transcorreu de forma pacífica.
O grupo destacou o impacto social da violência urbana, relatando o sofrimento de mães que perderam filhos em contextos de conflito e insegurança no estado. Os participantes descreveram a ação como um pedido de socorro diante do cenário de mortes em comunidades.