Mulheres de presos políticos iniciam greve de fome em Caracas após promessa não cumprida
Dez mulheres familiares de presos políticos iniciaram greve de fome em Caracas, completando 96 horas sem alimento, para exigir a libertação dos detidos. Elas estão apoiando seus familiares que estão presos há mais de 120 horas e enfrentam dificuldades para obter atendimento médico adequado. A medida extrema é resultado do descumprimento da promessa de liberdade feita pelo presidente do parlamento, Jorge Rodríguez
Em meio a um clima de tensão política no Venezuela, dez mulheres familiares de presos políticos iniciam greve de fome para exigir liberdade dos detidos. Elas completaram 96 horas sem alimento e estão acampadas nos arredores da unidade policial em Caracas.
A medida extrema foi motivada pelo descumprimento do presidente do parlamento, Jorge Rodríguez, que havia prometido a libertação de todos os presos políticos assim que a lei de anistia fosse aprovada. No entanto, essa promessa não se concretizou.
A ONG Comitê pela Liberdade dos Presos Políticos denunciou que policiais impediram a entrada de soro para os detidos sem explicação alguma. Além disso, as manifestantes enfrentam dificuldades em obter atendimento médico adequado.
O grupo de mulheres está apoiando seus familiares, muitos dos quais estão presos há mais de 120 horas. Elas permanecem deitadas sobre colchões no local da greve e fazem um chamado para a liberdade geral.
A situação política no Venezuela é marcada por tensão desde que os Estados Unidos sequestraram o presidente Nicolás Maduro em uma operação militar em Caracas. A presidente Delcy Rodríguez assumiu o cargo após esse evento e anunciou um "novo momento político" para a nação.
A libertação de 17 detidos foi anunciada no sábado, mas as famílias continuam pressionando pelo fim da situação de prisão política. As mulheres em greve de fome reafirmam seu compromisso com a causa e esperam que suas vozes sejam ouvidas pelas autoridades.
A atenção internacional está focada no caso, com ativistas como Diego Casanova denunciando as violações dos direitos humanos. A situação é considerada um exemplo da luta pela liberdade e justiça na Venezuela.
A medida extrema foi motivada pelo descumprimento do presidente do parlamento, Jorge Rodríguez, que havia prometido a libertação de todos os presos políticos assim que a lei de anistia fosse aprovada. No entanto, essa promessa não se concretizou.
A ONG Comitê pela Liberdade dos Presos Políticos denunciou que policiais impediram a entrada de soro para os detidos sem explicação alguma. Além disso, as manifestantes enfrentam dificuldades em obter atendimento médico adequado.
O grupo de mulheres está apoiando seus familiares, muitos dos quais estão presos há mais de 120 horas. Elas permanecem deitadas sobre colchões no local da greve e fazem um chamado para a liberdade geral.
A situação política no Venezuela é marcada por tensão desde que os Estados Unidos sequestraram o presidente Nicolás Maduro em uma operação militar em Caracas. A presidente Delcy Rodríguez assumiu o cargo após esse evento e anunciou um "novo momento político" para a nação.
A libertação de 17 detidos foi anunciada no sábado, mas as famílias continuam pressionando pelo fim da situação de prisão política. As mulheres em greve de fome reafirmam seu compromisso com a causa e esperam que suas vozes sejam ouvidas pelas autoridades.
A atenção internacional está focada no caso, com ativistas como Diego Casanova denunciando as violações dos direitos humanos. A situação é considerada um exemplo da luta pela liberdade e justiça na Venezuela.