PSD pede realização direta da eleição para mandato-tampão em substituição ao governador renunciante
O diretório estadual do PSD e o deputado federal Pedro Paulo apresentaram pedido ao STF para eleição direta no Rio por meio popular nas urnas após decisão condenando Cláudio Castro à inelegibilidade. O partido argumenta que a escolha pelo voto popular é um imperativo democrático e institucional. A decisão dos ministros do STF pode ter implicações significativas para o processo eleitoral em curso no Rio de Janeiro.
O pedido foi apresentado após condenação à inelegibilidade do ex-governador Cláudio Castro pelo TSE, que determinou eleições indiretas. O partido acredita que a escolha popular é fundamental e alinhada aos anseios da sociedade civil.
A renúncia de Cláudio Castro ao cargo criou uma situação complexa na sucessão no Rio de Janeiro
O diretório estadual do PSD e o deputado federal Pedro Paulo apresentaram um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que a eleição para mandato-tampão no Rio de Janeiro seja realizada por meio direto, com votação popular nas urnas. Isso ocorre após decisão do TSE condenar o ex-governador Cláudio Castro à inelegibilidade e determinar eleições indiretas.
O partido argumenta que a escolha pelo voto popular é um imperativo democrático e institucional, alinhado aos anseios da sociedade civil. O ministro Cristiano Zanin foi designado para relatar o pedido de mudança na forma das eleições.
No entanto, os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino votaram contra a realização do pleito direto no mesmo julgamento. A decisão dos ministros pode ter implicações significativas para o processo eleitoral em curso no Rio de Janeiro.
A renúncia do governador Cláudio Castro ao cargo, seguida da condenação à inelegibilidade pelo TSE e a desincompatibilização que termina em 4 de abril, criaram uma situação complexa na sucessão. O presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, foi cassado pela mesma decisão do TSE.
Além disso, o ex-vice-governador Thiago Pampolha deixou seu cargo para assumir no Tribunal de Contas do estado. Atualmente, é exercido pelo presidente interino Ricardo Couto de Castro.