Romeu Zema propõe privatização da Petrobras e do Banco do Brasil para investir em infraestrutura
Romeu Zema, pré-candidato do Novo, propôs a privatização da Petrobras e do Banco do Brasil para investir em infraestrutura. O plano inclui classificar facções como terroristas, aplicar penas mínimas de 25 anos e articular o impeachment do ministro Alexandre de Moraes
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Romeu Zema, pré-candidato do Novo à Presidência da República, propôs a privatização da Petrobras e do Banco do Brasil. O anúncio ocorreu neste sábado (18), durante o 10º Encontro Nacional do partido, realizado em São Paulo. O plano prevê que a receita proveniente da venda dessas estatais seja destinada a investimentos em obras de infraestrutura em todo o território nacional.
A medida faz parte de um eixo estratégico denominado "virar a chave do crescimento e da prosperidade". Dentro dessa proposta, Zema defende a redução de gastos públicos, a diminuição da dívida e a queda dos juros como mecanismos para estimular a economia brasileira.
Segurança Pública e Combate ao Crime
No campo da segurança, o pré-candidato apresentou medidas rigorosas, incluindo a classificação de facções criminosas como organizações terroristas. A estratégia envolve a atuação das Forças Armadas para recuperar territórios sob controle do crime organizado. Além disso, Zema propõe a fixação de uma pena mínima de 25 anos para crimes praticados por membros dessas organizações.
Relação com o Judiciário e Legislativo
Zema manifestou a intenção de articular uma maioria no Senado para viabilizar o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O pré-candidato também direcionou críticas ao ministro Gilmar Mendes.
Para reformular a atuação do Judiciário, ele defende a implementação das seguintes medidas:
- Extinção das decisões monocráticas;
- Fim do foro privilegiado;
- Proibição de que parentes de ministros exerçam a advocacia nos mesmos tribunais.
Críticas ao Governo Federal e Pautas Sociais
O pré-candidato criticou a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, relacionando os juros altos à dificuldade financeira de trabalhadores e empreendedores. Zema também se posicionou contra a doutrinação progressista nas escolas e questionou a validade das políticas de cotas.