Ronaldo Caiado critica gestão federal e analisa rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro em evento
O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, criticou a gestão federal e a política externa brasileira durante a 43ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga Marchador. O pré-candidato mencionou a rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro, além de alegar uso da estrutura governamental para omitir investigações contra o filho do presidente
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Durante a 43ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga Marchador, realizada nesta sexta-feira (31) em Belo Horizonte, o pré-candidato à Presidência da República e ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), teceu críticas ao cenário político atual e à gestão do governo federal.
Análise de rejeição e eleitorado
Ao ser questionado sobre a possibilidade de um segundo turno disputado entre Lula e Flávio Bolsonaro, Caiado argumentou que ambos os nomes concentram os maiores índices de rejeição entre os potenciais candidatos. Para justificar a manutenção do apoio popular a esses adversários, o pré-candidato utilizou o conceito de síndrome de Estocolmo de forma figurada, referindo-se ao fenômeno em que vítimas desenvolvem vínculos afetivos com seus agressores.
Críticas à gestão federal e diplomacia
O ex-governador acusou o presidente Lula de utilizar a estrutura do governo para tentar omitir as investigações que envolvem seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A fala ocorre simultaneamente à abertura de um inquérito da Polícia Federal para apurar condutas do filho do presidente.
No campo internacional, Caiado apontou desgastes na política externa brasileira. Segundo ele, a condução do governo tem gerado tensões diplomáticas com lideranças de outros países, citando especificamente:
- Donald Trump (Estados Unidos);
- Javier Milei (Argentina);
- Governo do Paraguai.