Ronaldo Caiado defende papel central das mulheres na proteção e nas decisões das famílias brasileiras
Ronaldo Caiado afirmou, em evento da Cibem no Rio de Janeiro, que as mulheres exercem papel central na proteção da família e possuem maior influência nas decisões domésticas. O pré-candidato à Presidência da República cumpre agenda na cidade nesta quinta-feira
Durante participação no Congresso da Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Mundial (Cibem), no Riocentro, o pré-candidato à Presidência da República e ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), defendeu que as mulheres possuem papel central na proteção das famílias e exercem maior influência do que os homens nas decisões domésticas.
No discurso direcionado a um público majoritariamente feminino e evangélico, Caiado refutou a percepção de que as mulheres apenas acompanham as escolhas dos maridos. O político afirmou que a realidade é oposta, citando a Bispa Neusa e sua esposa, Gracinha, como exemplos de pessoas cujas opiniões são mais influentes e precisas nas decisões tomadas.
Para o pré-candidato, a força feminina se manifesta na sensibilidade para criar filhos, organizar o lar e estruturar a família. Ele caracterizou a cultura brasileira como predominantemente matriarcal, definindo a mulher como a grande protetora do ambiente familiar.
A agenda de Caiado no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (9), inclui ainda a participação em um evento de Saúde na Associação Comercial do Rio de Janeiro (Casa do Empresário), reunião e almoço com lideranças do setor empresarial, além de uma visita à sede da Casa Ronald McDonald Brasil, no Centro da cidade.
O posicionamento ocorre em um cenário de intensificação de agendas de pré-candidatos voltadas ao eleitorado feminino, segmento que soma cerca de 82 milhões de eleitoras — 52,85% do total de votantes no Brasil, contra 73,8 milhões de homens, conforme dados de março de 2026 do Painel de Estatísticas Eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O movimento acontece paralelamente a divergências públicas no campo bolsonarista, evidenciadas por crises envolvendo Michelle e Flávio Bolsonaro.